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domingo, 3 de dezembro de 2006

VOCÊ ESTÁ PREPARADO?

ANO LXIV - Domingo, 03 de dezembro de 2006 - No 3188

Você está preparado?

Em que momento de sua existência pode uma pessoa dizer seguramente que está preparada para morrer em paz? O que seria necessário para você dizer isso?

Trata-se de uma indagação que pode ser respondida a partir de diferentes perspectivas. Aqueles mais materialistas, diriam que o momento apropriado seria aquele em que tivessem acumulado uma quantidade enorme de bens, a ponto de legar abundância material para seus descendentes. Outros, mais hedonistas, considerar-se-iam dispostos a abandonar a vida após experimentarem todos os prazeres que este mundo pode proporcionar. Os românticos se considerariam preparados após viverem um grande amor. E há também aqueles bem simplistas que, conforme o dito popular, afirmariam que não gostariam de morrer sem antes plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro.

A verdade é que a morte não é algo natural para os homens. Ninguém pode se considerar preparado para morrer, valendo-se dos recursos deste mundo. À luz da Bíblia, a morte é conseqüência de um mal espiritual, o pecado, e exige, por isso, preparação espiritual.

O Evangelho de Lucas narra os eventos que cercam o nascimento de Jesus Cristo. Num desses relatos, o evangelista conta que havia em Jerusalém um velho chamado Simeâo, homem justo e piedoso. Esse homem, expressamente, declarou-se preparado para morrer. Mas o que o teria levado a tal convicção? Ao tomar o menino Jesus nos braços, o velho exclamou: "Agora, Senhor, podes despedir em paz o teu servo... porque os meus olhos já viram a tua salvação!" (Lc 2:29-30).

Não se considere preparado para encarar a eternidade, enquanto não contemplar com os seus olhos a salvação de Deus! A Bíblia afirma que todos os homens, indistintamente estão condenados à morte eterna, enquanto não forem justificados por Deus. E como seria isso possível? A Palavra de Deus afirma também que Jesus Cristo nasceu nesse mundo com um propósito definido: morrer na cruz do Calvário, como Cordeiro de Deus, para justificar e salvar todos os que nele crêem. Aqueles que se arrependem de seus pecados e confiam em Cristo para sua salvação, usufruem de grande consolo: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho Unigênito (Jesus) para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (Jo 3:16).

Jesus não nasceu em vão. Ele veio para dar vida em abundância, livrar de pecados e proporcionar salvação àqueles que são dele. Que neste Natal, você possa refletir sobre seu relacionamento com Cristo, desfrutando a alegria de sua presença em seu viver e preparando-se para estar, por toda eternidade, ao seu lado. Amém!

Rev. Davi

domingo, 26 de novembro de 2006

REENCARNAÇÃO X ENCARNAÇÃO

ANO LXIV - Domingo, 26 de novembro de 2006 - No 3187

Reencarnação X Encarnação

A TV Globo tem, constante e insistentemente, procurado doutrinar o público brasileiro nos ensinos do espiritismo. Tem feito isso, principalmente (mas não exclusivamente) por meio de suas tele-novelas. Há alguns meses atrás, foi exibida uma novela chamada "Almas Gêmeas", cujo assunto principal girava em torno das constantes reencarnações dos personagens principais. Quando a novela terminou, a Rede Globo trouxe ao ar pela terceira vez os capítulos de "A Viagem", estória com temática radicalmente espírita. Agora, inciou-se uma nova novela das seis, chamada "O Profeta", cuja trama principal envolve um jovem que possui o dom de premunições e visões do futuro. O interessante é que quem vai "burilar" os talentos do jovem e fazer vir à tona sua "mediunidade" será o mestre do centro espírita do bairro onde o jovem mora.

As principais ênfases do ensino espírita, que são a comunicação com os espíritos e a reencarnação, não encontram base na Palavra de Deus. Na parábola do rico e do mendigo Lázaro, contada por Jesus conforme o registro de Lucas 16.19-31, é dito que os mortos não podem comunicar-se com o mundo dos vivos. Além disso, a Bíblia constantemente proíbe a prática e repreende duramente aqueles que praticam a necromancia (tentativa de invocar o espírito dos mortos, Lv 19.31, Lv 20.6, Lv 20.27, Dt 18.11). Quanto à reencarnação, trata-se de uma doutrina que não é, de forma alguma, ensinada nas Escrituras. Pelo contrário, é dito em Hebreus 9.27-28: "E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação."

A Bíblia ensina, sim, a doutrina da Encarnação: o Filho de Deus, a Segunda Pessoa da Trindade, ou seja, o próprio Deus Filho, deixou as alturas dos céus para revestir-se da humanidade, na pessoa do Senhor Jesus Cristo. É isso que comemoramos no Natal! Jesus não é a reencarnação de ninguém e jamais se reencarnará. Ele é a Encarnação do Verbo Divino, que veio ao mundo para trazer salvação àqueles que crêem, através da fé e do arrependimento. Ele morreu uma única vez, e depois disso ressuscitou para nossa salvação. "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai." (Jo 1.14).

Firmados na Palavra de Deus, precisamos denunciar, mais do que nunca, que as doutrinas espíritas não encontram base na Escritura Sagrada. Respeitamos e amamos as pessoas que seguem o espiritismo. Mas isso não pode nos levar a omissão de deixar de asseverar que o espiritismo é mentiroso, contraria o ensino da Bíblia e leva as pessoas para longe da salvação por meio de Cristo Jesus.

Só em Jesus Cristo, a Palavra Divina Encarnada, há salvação! Por meio de sua vida de perfeita obediência a vontade do Pai, aqueles que crêem recebem justificação da parte de Deus. Por meio de seu sacrifício na cruz, nossos pecados são cancelados. Neste Natal, deixe de lado tudo aquilo que contradiz a Escritura, e volte-se para Cristo Jesus, nosso único e suficiente Salvador!

Rev. Davi

domingo, 19 de novembro de 2006

O NATAL ESTÁ PRÓXIMO...

ANO LXIV - Domingo, 19 de Novembro de 2006 - No 3186

O Natal está próximo...

Este já é o terceiro domingo de novembro. O final do ano se aproxima, e começamos a vivenciar a época de preparativos para o Natal. Lojas e casas começam a preparar suas luzinhas e demais enfeites para essa época do ano. A mídia começa a veicular propagandas e anúncios para incentivar o consumidor a fazer suas compras de presentes e produtos para ceias. Shoppings e ruas de comércio popular, como a 25 de março, ficam abarrotados de pessoas comprando e vendendo. Famílias começam a se mobilizar para preparar os festejos. Enfim, essa é uma época que produz mudanças no comportamento das pessoas...

Em meio a propagandas, enfeites, compras, comidas e presentes, cada ano que passa denuncia uma triste realidade: o verdadeiro significado do Natal está cada vez mais distante do coração e da mente das pessoas. Elas se lembram do Papai Noel e do peru, mas nem se preocupam com o fato do Natal ser uma festa cristã, que celebra o nascimento de Jesus Cristo, Deus revestido de humanidade, que veio ao mundo para salvar a todo aquele que crê.

É nosso dever, como cristãos autênticos, combater os espíritos enganadores, dominadores desse mundo tenebroso, que se esforçam no sentido de esvaziar completamente o verdadeiro sentido do Natal, substituindo-o por vulgaridades. Nós podemos e devemos aproveitar a grande oportunidade de evangelização que essa época nos proporciona. Mas como podemos fazer isso?

Nossa Igreja provê um excelente recurso para você utilizar nessa época do ano a fim de comunicar o evangelho e o verdadeiro sentido do Natal a seus familiares, colegas de trabalho, vizinhos de condomínio, amigos "não-cristãos", colegas de faculdade etc. Está disponível a todos o Cada Dia de Natal, produzido pela Luz Para o Caminho, com trinta e uma mensagens que anunciam a obra realizada por Jesus Cristo. Além das excelentes mensagens, o Cada Dia traz em sua contracapa o endereço e o telefone de nossa IPVM, sendo por si mesmo um convite para que a pessoa conheça nossa Igreja. Seja criativo: prepare uma mensagem natalina para seus amigos e entregue-a juntamente com o Cada Dia de Natal. O custo é mínimo: R$ 1,00 para cada exemplar, acompanhado de envelope. A distribuição do Cada Dia é realizada em nossa Igreja pelos irmãos Luis Eduardo, Daniel e Eduardo Machado, num local devidamente assinalado ao lado da Sala do Disquepaz.

Não perca a oportunidade. Revista o seu Natal de significado e valor. Aproveite a oportunidade para compartilhar com amigos e parentes que ainda não conhecem a Jesus, o verdadeiro sentido dessa data tão importante para os cristãos. Aproveite o Natal para compartilhar o amor de Cristo!

Que Deus o abençoe o use poderosamente!

Rev. Davi

domingo, 29 de outubro de 2006

31 DE OUTUBRO - 489 ANOS DE REFORMA

ANO LXIV - Domingo, 29 de outubro de 2006 - No 3183

31 de outubro - 489 anos de Reforma!

Na próxima terça-feira, o movimento de Reforma Protestante, iniciado no século XVI, completa 489 anos. Diante de uma data tão memorável, poderíamos indagar: O que mudou com a Reforma? Quais transformações e contribuições esse movimento trouxe à humanidade?

Sem dúvida, as mudanças trazidas pelo avivamento do séc. XVI são tão profundas e tão amplas que não poderiam ser discutidas em um espaço pequeno como este. Na verdade, são objetos de estudo de teses monográficas. A Reforma trouxe ao homem medieval uma nova cosmovisão, isto é, alterou sua maneira de pensar e interagir consigo mesmo, com o próximo e com o mundo criado por Deus. Mas nesse pequeno artigo, gostaria de refletir sobre algumas mudanças que a Reforma trouxe para a doutrina, o culto e a vida da Igreja.

A doutrina da Igreja mudou. A Reforma converteu a Igreja, trazendo-a de volta à centralidade da Escritura. A tradição produzida pelos papas e concílios não poderia mais ser considerada como ocupando o mesmo patamar de autoridade das Escrituras. Em virtude disso, houve uma revisão geral das doutrinas concernentes aos sacramentos, à obra salvadora de Cristo e muitas outras, que haviam sido corrompidas com o passar dos séculos.

Mudou também o culto da Igreja. A Igreja Católica Romana havia transformado o culto a Deus em missa, um sacrifício dominical caracterizado pela superstição, pelo ritualismo e pela completa ignorância daqueles que participavam da cerimônia. Era um mecanismo complexo, marcado pela ostentação visual e sonora, com o objetivo de impressionar os leigos, totalmente manipulados pelo clero. O culto reformado primou pela simplicidade na adoração ao Senhor, desde a arquitetura dos templos até a comunicação com o povo de Deus, que passou a ouvir a exposição da Escritura em sua própria língua, tornando-se participante ativo do momento de culto, e não um expectador passivo. A glorificação de Deus passou a ser a principal preocupação do culto reformado.

Mudou, por fim, a vida do povo de Deus. Em oposição a vida de devassidão do período medieval, principalmente entre os membros do clero, os reformadores, e em especial seus herdeiros, conhecidos como "puritanos", lutaram para que o povo de Deus vivesse com santidade e pureza durante o tempo de sua peregrinação nessa terra.

Devemos questionar se, em nossos dias, aqueles que se consideram herdeiros da Reforma, tem primado pela pureza da doutrina, culto e vida do povo de Deus. Infelizmente, se olharmos para os "evangélicos" de nossos dias, veremos que em grande medida isso não é verdade. A doutrina dos evangélicos atuais tem se distanciado da centralidade da Escritura, em virtude da influência de pseudo-apóstolos e outros líderes carismáticos, que enganam o povo com falsas doutrinas impostas por meio de sua influência. O culto de muitas igrejas "evangélicas" atuais desvirtuou-se completamente, tornando-se em um espetáculo centrado no homem, e não em Deus, buscando satisfazer os apetites humanos e fornecer entretenimento aos expectadores. E no que diz respeito à vida do povo "evangélico" de nossos dias, temos que reconhecer lamentavelmente que o testemunho cristão tem sido comprometido e difamado por muitos "irmãos": vide bancada "evangélica" do Congresso!

Nossa IPVM recebeu um legado dos Reformadores! Devemos buscar sempre honrar esse legado, porque ele implica principalmente na centralidade da Palavra de Deus em nossa doutrina, nosso culto e nossa vida. Que nessa data memorável, possamos refletir sobre o quanto temos sido fiéis a esse legado.

Rev. Davi

domingo, 8 de outubro de 2006

UMA NOVA REFORMA!

ANO LXIV - Domingo, 08 de outubro de 2006 - No 3180

UMA NOVA REFORMA!

No dia 31 de outubro de 1517, Martinho Lutero, professor de Teologia da Universidade de Wittemberg, fixou nas portas da Catedral desta cidade 95 teses questionando, à luz das Escrituras, práticas e doutrinas sustentadas pela Igreja Romana. Esse gesto de Lutero tornou-se o marco inicial do movimento de Reforma Protestante, que se propagou, durante o século 16, a outros países da Europa, sob a liderança de homens como Zwinglio, Farel, João Calvino e outros.

Embora os historiadores seculares tentem descaracterizar o aspecto religioso da Reforma do séc.16, dando ao movimento contornos político-econômicos, em sua essência, a Reforma Protestante foi um avivamento espiritual. A Igreja Romana distanciava-se cada vez mais das Escrituras, pautando-se na tradição eclesiástica e na autoridade papal para introduzir no cristianismo uma série de inovações claramente contrárias ao ensino apostólico, como por exemplo, as doutrinas da regeneração batismal, da salvação meritória, sem falar nas distorções do culto cristão, que tomou os contornos da missa romana.

Os reformadores, iluminados pelo Espírito Santo, empenharam seus esforços - e alguns deles até mesmo sua vida - para combater esses falsos ensinos e práticas, no afã de conduzir novamente a Igreja Cristã à pureza. Esse trabalho foi direcionado por cinco princípios que ficaram conhecidos como os solas da Reforma. Sola Scriptura: somente a Escritura deve ser tida como regra de fé e prática da Igreja. Sola Fide: somente a fé em Cristo Jesus, e não obras meritórias, pode nos assegurar a justificação diante de Deus. Solus Christus: somente Cristo Jesus é o Salvador e o único Mediador entre Deus e Seu Povo, não a Igreja, e nem santos ou anjos. Sola Gratia: somente a graça de Deus pode livrar o homem do pecado e regenerá-lo para uma nova vida. Soli Deo Gloria: toda glória, na Criação e na Redenção, na vida e no culto, deve ser rendida somente ao Deus triúno.

Infelizmente, ao avaliarmos a igreja evangélica de nossos dias, constatamos que o legado dos reformadores tem sido negligenciado. Os evangélicos afastaram-se desses princípios balizadores, relegando a Palavra a um segundo plano, deixando de anunciar com fervor a salvação pela graça, mediante a fé somente em Cristo Jesus, e praticando um culto mais centrado no homem do que em Deus.

Precisamos de uma nova reforma espiritual! O povo evangélico de nossos dias precisa arrepender-se de seu mundanismo e retornar à prática dos princípios basilares da Reforma: Cristo, a Escritura, a Graça Salvadora, a Fé Genuína e a Glória de Deus devem ter centralidade em nossa doutrina, nosso culto e nossa vida. Assim, o cristianismo voltará a ser uma força transformadora na História.

Rev. Davi

domingo, 27 de agosto de 2006

UM OUTRO EVANGELHO

ANO LXIV - Domingo, 27 de agosto de 2006 - No 3174

Um Outro Evangelho

Afirma-se que há hoje, no Brasil, cerca de 40 milhões de "evangélicos". Isso representa mais de um quarto da população do Brasil. Não há grupo religioso que "cresça" mais em nosso país hoje em dia. Além disso, o mundo "gospel" tem ocupado cada vez mais espaço na mídia, na política e em outros setores. Isso nos leva a seguinte reflexão: se o segmento evangélico cresce tanto no país, por que esse crescimento não vem acompanhado de uma transformação moral e espiritual na sociedade? Por que a nação continua mergulhada na corrupção, na violência, na imoralidade, na maldade? E o que é pior: como compreender que deputados da "bancada evangélica" do Congresso estejam envolvidos num dos maiores escândalos de corrupção de nossa história, a máfia dos "sanguessugas"?

A nosso ver, o que ocorre em nossos dias é que um falso evangelho tem sido anunciado, uma mensagem diferente daquela pregada e vivida por Jesus nos Evangelhos e exposta pelos apóstolos nas epístolas. O evangelho pregado em nossos dias promete salvação e oferece um lugar garantido no céu, mas não leva o pecador a se comprometer com uma mudança de vida. Esse evangelho falso dá uma garantia equivocada de salvação a pessoas que não apresentam uma transformação de vida; "aceitam" a Jesus como Salvador, com seus lábios, mas não assumem um compromisso de vida com Cristo, recebendo-o como seu Senhor! As pessoas têm sido enganadas, pois um anúncio que promete salvação sem exigir mudança de vida é uma mensagem distorcida das boas novas, que perpetua as pessoas num caminho de condenação!

É necessário voltarmos à essência da mensagem do Novo Testamento. Jesus apresenta, por meio de sua vida e de suas palavras, um caminho gracioso, mas não um caminho fácil. É preciso que nos lembremos que seguir a Jesus exige renúncia: "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á." Mt 16.24-25. O verdadeiro evangelho de Cristo Jesus nos leva a negar o nosso próprio eu pecaminoso, e trilhar um caminho de santidade. É preciso morrer para uma vida de pecado, e ressuscitar para uma nova vida, um novo e vivo caminho.

A beleza da vida cristã está na coerência entre o que se professa e o que se vive: aquilo que se diz com os lábios deve ser conseqüência de um comportamento transformado, de um coração regenerado. A Igreja precisa resgatar em sua prática e em seu púlpito a mensagem transformadora da cruz de Cristo: uma mensagem que estimule as pessoas a ter em Cristo para a salvação, mas que exija delas um arrependimento genuíno, o abandono da prática do pecado e busca de um novo viver em Cristo, um viver no qual Jesus seja Senhor!

Quando o verdadeiro evangelho voltar a ser anunciado e vivido pelos "evangélicos", então assistiremos não apenas a um crescimento numérico dos "crentes" em nosso país, mas testemunharemos uma transformação verdadeira de todas as esferas da sociedade.

Rev. Davi

domingo, 20 de agosto de 2006

UMA TAREFA INACABADA

ANO LXIV - Domingo, 20 de agosto de 2006 - No 3173

UMA TAREFA INACABADA

Numa tarde de outubro de 1855, um jovem seminarista voltava pensativo para sua casa. Caminhava pelo campus de Princeton, avançando em meio à avermelhada paisagem de outono, e refletia a respeito do sermão há pouco proferido por um admirado professor. Mais tarde, registra em seu diário: "Hoje ouvi um sermão muito interessante do Dr. Hodge sobre os deveres da igreja na educação. Falou da necessidade absoluta de instruir os pagãos (...). Esse sermão teve o efeito de levar-me a pensar seriamente no trabalho missionário no estrangeiro." (Diário, p. 96.).

Quase quatro anos depois, em 12 de agosto de 1859, o navio "Banshee" aporta no Rio trazendo esse mesmo jovem, Ashbel Green Simonton. Chega só, mas traz no coração o sonho de ver o nome do Senhor Jesus glorificado por mais uma nação! Em pouco mais de uma década de ministério, o jovem lança as bases da Presbiterianismo no Brasil: organiza igrejas, presbitério, seminário, jornal... A ele se juntam outros pioneiros. Em 1888, menos de trinta anos depois, a Igreja Presbiteriana do Brasil se desligaria da Igreja americana, com quase quatro mil membros, por volta de cem igrejas e o maior projeto educacional do país. Devemos ser gratos a Deus pela visão missionária de homens como Simonton. Hoje em dia, dificilmente nos lembramos que, a cerca de século e meio atrás, homens de Deus corajosamente proclamavam o Evangelho em nosso país sob ameaças de morte, lançando as sementes de nossa denominação com sangue e suor!

Sem dúvida, a semente lançada frutificou. Mas a tarefa ainda está longe de terminar! Em nossos dias, cerca de 4,2 bilhões de pessoas compõe a população não-cristã do mundo. Desses, 1,6 bilhão jamais ouviram uma palavra sequer sobre o evangelho! Apesar disso, apenas1% da verba missionária e 2% dos missionários cristãos são enviados para esse mundo não-alcançado. (Fonte: Sepal). Não obstante, nós servimos ao Senhor de toda terra, Àquele que é digno de receber o louvor e a honra de todos os povos, nas mais diferentes línguas e culturas! Sua ordem foi: "Ide, fazei discípulos de todas as nações" (Mt 28.19). A responsabilidade de levar a mensagem às nações ainda ignorantes em relação ao evangelho compete a todos os cristãos!

Você quer fazer parte do mais transformador e gratificante movimento da história? Então, aproveite o mês de agosto, "mês das missões", para envolver-se pessoalmente no projeto missionário! Informe-se melhor sobre o que a IPVM e a IPB têm feito à respeito. Ore por missionários e povos não alcançados! Contribua! Una-se aos milhões que, ao redor do mundo, lutam para que o nome de Jesus seja glorificado entre as nações!

Rev. Davi

Assista ao sermão pregado na manhã deste dia:

domingo, 16 de julho de 2006

REUNIÃO DO SUPREMO CONCÍLIO DA IPB

ANO LXIV - Domingo, 16 de julho de 2006 - No 3168

REUNIÃO DO SUPREMO CONCÍLIO DA IPB

“Então se reunião os apóstolos e presbíteros, para examinar a questão.”
At 15.6

Começa hoje, na cidade de Aracruz/ES, a XXXVI Reunião Ordinária do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil. Essa Reunião se estenderá até o próximo sábado, dia 22 de julho, e agregará mais de mil pessoas, entre pastores, presbíteros e líderes da nossa denominação.

O Supremo Concílio da IPB (SC/IPB), hierarquicamente, é o mais elevado Concílio de nossa denominação. Como os irmãos sabem, nossa Igreja se estrutura em concílios. O primeiro destes é o Conselho da Igreja local, composto por seus pastores e presbíteros, eleitos pela Assembléia da Igreja. Cada Igreja local pertence a um Presbitério, que agrega, geralmente, igrejas locais geograficamente próximas. O Presbitério reúne os pastores sob sua jurisdição, bem como um presbítero de cada uma das igrejas locais que o compõe. Acima dos Presbitérios, está o Sínodo, que é a reunião de três ou mais Presbitérios próximos. Do Sínodo participam dois pastores e dois presbíteros de cada um dos Presbitérios que o integram. A IPVM pertence ao Presbitério Sudeste Paulistano, e ao Sínodo de Piratininga.

Acima de todos os outros concílios da IPB está o Supremo Concílio, órgão representativo máximo da Igreja nacional, e que se reúne ordinariamente a cada quatro anos. Para compor o Plenário do Supremo Concílio, cada Presbitério envia para a reunião dois pastores e dois presbíteros. No nosso Presbitério foram eleitos para comparecer a Reunião os seguintes deputados (como são chamados os participantes da Reunião): Rev. Gecy Soares Macedo, da IP Jabaquara, e Rev. Rubens Thomaz de Aquino, nosso pastor titular, como pastores; Presb. Geiel Rosa da Silva, da IP Cidade Dutra, e Presb. Sebastião Siqueira de Souza, da IP Interlagos, como presbíteros.

Não há como exagerar a importância da Reunião do SC/IPB para a Igreja. Ali será eleita a Mesa Diretiva da IPB (Presidente, Vice-Presidente, Secretários e Tesoureiro) para os próximos quatro anos, ou seja, os pastores e presbíteros que estarão à frente de nossa denominação em nível nacional. Além disso, muitos irmãos serão nomeados para ocupar cargos de liderança, como as Secretarias Nacionais da UCP, da UPA, da UMP e da SAF. Além dessas, muitas outras nomeações serão realizadas, para as diversas autarquias da IPB. Por fim, obviamente, cabe destacar que serão tomadas inúmeras decisões que afetarão todas as Igrejas locais do Brasil.

Diante disso, fica clara a importância de todos nós permanecermos em oração ao longo dessa semana, a fim de que Deus oriente todos os trabalhos que serão realizados pelo SC/IPB de 2006. O bom andamento da Reunião é indispensável para que a nossa Igreja experimente tempos de paz e refrigério nos próximos quatro anos, continuando a crescer e a trabalhar para a glória do Reino de Deus. Que ao final da Reunião, haja pleno entendimento e unanimidade no Espírito, tal como ocorreu na primeira reunião conciliar da História da Igreja, em Jerusalém, conforme os registros em Atos 15: “pareceu-nos bem, chegados a pleno acordo...” (v.25) e “Pois pareceu bem ao Espírito Santo e a nós” (v.28). Oremos, todos, incessantemente, para que Deus ilumine dessa mesma forma nossa Reunião!

Rev. Davi

domingo, 11 de junho de 2006

AMOR: O APOGEU DA CRIAÇÃO

ANO LXIV - Domingo, 11 de junho de 2006 - No 3163

AMOR: O APOGEU DA CRIAÇÃO

Aparentemente, tudo estava pronto! Os relatos de Gênesis 1 e 2 nos ensinam que o Criador trouxera à existência tudo o que hoje se vê. Fez isso em seis dias, tudo de forma perfeita. Ao final de cada dia contemplava a obra realizada e avaliava positivamente: "E viu Deus que isso era bom". No sexto dia, Deus completou sua obra ao criar o homem a sua imagem e semelhança, e a avaliação final de tudo foi mais do que positiva: "Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom." Gn 1.31.

Mas, por incrível que pareça, algo ainda estava incompleto. Havia na criação alguma coisa que não estava boa, e Deus ainda tinha uma última obra a realizar. Isso é dito no versículo 18 do capítulo 2: "Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea."

Agora sim, tudo completo! O relacionamento amoroso entre o homem - criado a imagem de Deus -, e a mulher - assim como ele, reflexo do Criador - leva a Criação ao seu apogeu, ao seu clímax, ao pico mais elevado. Assim que o homem contemplou pela primeira vez aquela que Deus fizera especialmente para ele, explodiu em poesia: "Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne de minha carne." (Gn 2.23). As palavras desta declaração de amor são as primeiras atribuídas ao homem na Bíblia.

O relacionamento amoroso saudável entre homem e mulher faz parte do propósito original de Deus na Criação. Deus criou e incentiva o romance, a tal ponto que deixou registrado na Bíblia um livro inteiramente dedicado à exaltação do amor entre homem e mulher: o Cântico dos Cânticos de Salomão.

Esse relacionamento deve desenvolver-se em dois sentidos. Primeiro, lado a lado: homem e mulher devem caminhar juntos, ombro a ombro, ajudando-se mutuamente na tarefa de desenvolver a vocação para a qual o Senhor os chamou. Mas há uma segunda dimensão no seu relacionamento, a dimensão face a face: homem e mulher devem contemplar-se, admirar-se e satisfazer-se mutuamente, cuidando um do outro, amando um ao outro, e cultivando um relacionamento profundo e abençoador.

Para que homem e mulher sejam plenamente satisfeitos e felizes neste relacionamento, porém, devem obedecer algumas regras estabelecidas por seu Criador: devem reservar o relacionamento sexual, que sela um compromisso de entrega mútua para toda vida, para o contexto do casamento. E homens e mulheres cristãos devem se relacionar tão somente com pessoas que tenham o mesmo compromisso com Deus, por meio de Cristo.

Que neste Dia dos Namorados, possamos refletir sobre o propósito de Deus ao nos criar como homens e mulheres, investindo neste aspecto fundamental de nossa existência que é a vida romântica.

Rev. Davi

domingo, 30 de abril de 2006

TRABALHO: QUEM INVENTOU?

ANO LXIII - Domingo, 30 de abril de 2006 - No 3157

TRABALHO: QUEM INVENTOU?

Quando era criança, tinha o hábito de freqüentar diariamente a Secretaria da Escola Pública Estadual em que estudava, pois minha mãe trabalhava ali como secretária. Recordo-me claramente de um colega de trabalho dela que vivia praguejando: "Ainda encontro esse sujeito que 'inventou' o trabalho... no dia em que encontrá-lo, acerto as contas com ele...".

É muito comum observar irmãos em Cristo arrastando tal mentalidade para suas vidas, ao encarar o trabalho como uma obrigação desgastante. Muitos correm o risco até mesmo de mal-interpretar o texto que diz "no suor do rosto comerás o teu pão" (Gn 3.19), rotulando o trabalho como uma maldição decorrente da queda do homem em pecado. Em função disso, muitos cristãos fazem uma sólida segmentação de sua vida entre "trabalho sagrado", realizado na Igreja para Deus, e "trabalho secular", a ser desempenhado porque não resta alternativa.

Não é essa, contudo, a perspectiva que a Bíblia nos apresenta sobre o trabalho. Quando analisamos os primeiros capítulos do magnífico livro de Gênesis, vemos Deus criando o homem para que este estabelecesse três relacionamentos fundamentais: o relacionamento com o Criador (1.28, 2.3, 2.16-17), com o seu semelhante (1.27, 2.18) e finalmente o relacionamento com o Cosmos, a Criação maravilhosa que Deus trouxe a existência (1.26, 2.19). E como pode o homem desfrutar deste último relacionamento? Em Gn 2.15 é dito que Deus tomou o homem e o colocou no Jardim, para o cultivar e o guardar. Isso nos mostra que foi Deus quem criou o trabalho, como uma forma de abençoar o homem, ao permitir que este se relacionasse com o Universo criado.

Essa verdade bíblica nos leva a olharmos nossas atividades profissionais sobre outra ótica: se foi Deus quem criou o trabalho, de forma alguma podemos considera-lo como banal ou "secular". Por meio do nosso trabalho, desenvolvemos uma das atividades para as quais o Senhor nos criou, e dessa forma glorificamos o seu nome.

Que neste 1° de maio, Dia Internacional do Trabalho, possamos avaliar nossa postura profissional, por meio das seguintes indagações: Como cristão, tenho procurado glorificar a Deus por meio do meu trabalho? Tenho desempenhado minha vocação com excelência, como se trabalhasse para o próprio Deus?

Que todos nós sejamos excelentes profissionais, seja qual for nossa área de atuação, e que dessa forma possamos impactar o mundo com um testemunho transformador.

Rev. Davi

domingo, 12 de março de 2006

O SISTEMA DE GOVERNO PRESBITERIANO

ANO LXIII - Domingo, 12 de março de 2006 - No 3150

O SISTEMA DE GOVERNO PRESBITERIANO

A Igreja Presbiteriana do Brasil recebe esse nome porque adotou como forma de governo o presbiterianismo. Esse modelo, formulado a partir das Escrituras, é seguido pelas igrejas confessionalmente reformadas. Sua característica principal é a convicção de que Cristo é o chefe e cabeça da Igreja, a fonte de toda a sua autoridade, e que Ele a governa pessoalmente por meio de Seu Santo Espírito. Contudo, como forma de manifestar seu governo, aprouve a Cristo providenciar órgãos representativos, responsáveis pelo culto, doutrina e disciplina, eleitos pelo voto popular. Embora eleitos, a autoridade destes órgãos não deriva do povo, e sim de Cristo, perante o qual são responsáveis. Esses órgãos representativos são chamados de presbíteros. Em nossa Igreja, todas as questões de ensino, doutrina, liturgia e disciplina são decididas pelo Conselho de Presbíteros. É claro que, como é composto por pecadores, os Conselhos podem cometer erros. Contudo, suas decisões devem ser acatadas pela Igreja, como vindas do próprio Cristo. À Igreja cabe a tarefa de orar pelo Conselho e apoiá-lo por meio de críticas construtivas e sugestões.

As Igrejas Presbiterianas, portanto, são governadas por presbíteros eleitos dentre sua membresia. Diferindo do modelo congregacional de governo, o presbiterianismo não é diretamente democrático - uma vez que nem todos os membros participam de todas as decisões. Na verdade, na Igreja Presbiteriana o governo é, em certo sentido, aristocrático, isto é, a Igreja escolhe para dirigi-la aqueles que considera espiritualmente mais capacitados, a saber, os que preenchem os requisitos exigidos pela Escritura para o exercício do cargo de presbítero: "Por esta causa, te deixei em Creta, para que (...), constituísses presbíteros, conforme te prescrevi: alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados. Porque é indispensável que o bispo [presbítero] seja irrepreensível como despenseiro de Deus, não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância; antes, hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, que tenha domínio de si, apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem." (Tt 1.5-9). A Congregação deve discernir, em espírito de oração, dentre os candidatos em potencial, àqueles homens que preencham tais requisitos.

Por tudo isso, a eleição de sete presbíteros, que realizaremos no dia 26 de março, é um momento muito importante na vida da Igreja. Oremos para que Deus nos dê sua sabedoria, a fim de discernirmos quem ele separou para o exercício deste ofício.

Rev. Davi

domingo, 26 de fevereiro de 2006

CRER PARA VIVER

ANO LXIII - Domingo, 26 de fevereiro de 2006 - No 3148

Crer para Viver

É muito comum, em nossos dias, ouvirmos no meio evangélico um discurso que tende a desprestigiar a doutrina cristã. "Cristianismo é vida, e não doutrina", afirma-se. "O que importa é praticar o amor cristão; as questões doutrinárias não são importantes". A reflexão doutrinária, à luz de tal argumentação, torna-se uma atividade secundária, muitas vezes tida como maçante, para não dizer desnecessária.

Esse discurso pode soar atraente e piedoso, mas a simples leitura das cartas de Paulo registradas no Novo Testamento demonstrará que a Palavra de Deus não nos autoriza dissociar o viver cristão do fundamento doutrinário da fé. Muito pelo contrário, em cartas como Romanos e Efésios, doutrina e vida caminham lado a lado, sendo a prática de boas obras justificada e fundamentada na doutrina da salvação pela graça.

Tomemos como exemplo a epístola aos Efésios. A partir do cap. 4, Paulo passa a exortar seus leitores quanto ao modo segundo o qual deviam viver. São apresentadas instruções concernentes à unidade da Igreja, à pureza e justiça nos relacionamentos, ao casamento, ao trabalho, e muitas outras instruções de ordem prática. Mas como é iniciado esse capítulo? "Rogo-vos, pois, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados". A conjunção pois introdutória dos capítulos práticos da carta relaciona-os aos capítulos anteriores. E o que Paulo apresenta neles? A mais pura doutrina cristã! Os capítulos de 1 a 3 são uma apresentação doutrinária da obra realizada por Cristo Jesus para salvar sua noiva, a Igreja, por meio da graça de Deus, a fim de que judeus e cristãos fossem unidos no mesmo Corpo Glorioso, trazidos da morte para a vida.

Efésios 4.1 nos ensina que a conduta cristã é totalmente dependente do chamado cristão. Sem entendermos nosso chamado, a obra gloriosa de Cristo, não encontraremos uma base verdadeira para a prática de boas obras. Se desconsiderarmos a doutrina, corremos o risco de atribuirmos valor meritório às nossas boas obras, entendendo que elas colaborariam para nossa salvação. Isso esvazia o cristianismo de seu significado e peculiaridade, tornando-o uma religião em meio a tantas outras. A salvação pela graça, por sua vez, motiva-nos a vivermos uma vida de piedade e pureza tão somente pelo amor, buscando a glória de Deus e o bem-estar do próximo.

Cristianismo certamente é vida, sim, mas uma vida abundante que redunda da mais bela doutrina. Conheçamos a nossa fé para que, motivados por ela, pratiquemos as boas obras que Deus preparou para andarmos nelas.

Rev. Davi

domingo, 1 de janeiro de 2006

QUAIS SÃO SUAS METAS PARA 2006?

ANO LXIII - Domingo, 01 de janeiro de 2006 - No 3140

Quais são suas metas para 2006?

Ano novo, novas perspectivas... Essa é uma excelente época para revermos nossas metas, tendo em vista o novo tempo que se inicia. Quais são suas metas para o novo ano? Talvez um novo emprego, a aquisição de um imóvel, um novo veículo, o casamento tão sonhado, aquela pós-graduação tão disputada... Cada um traça suas próprias metas para 2006.

Mas você já se perguntou sobre as metas que Deus lhe preparou para este novo ano? O texto bíblico que se encontra na epístola aos Hebreus, cap. 10, vers. 19-25 fala-nos a respeito de algumas metas que Deus certamente quer que você alcance neste ano.

Primeira meta: Aproximar-se de Deus, com sinceridade, em plena certeza de fé, com o coração purificado (vers. 22). Deus quer que você se aproxime dEle nesse novo ano, por meio da fé em Cristo Jesus, abandonando todo pecado e rebeldia que se constituem em barreiras impeditivas de seu relacionamento com Ele.

Segunda meta: Guardar firme a confissão da esperança, sem vacilar, conhecendo a fidelidade do Deus que fez as promessas (vers. 23). O Senhor espera que você renove sua esperança nEle, levando em conta suas maravilhosas promessas e sua fidelidade. Ele quer que sua vida seja vivida de uma forma coerente com a confissão que você faz de possuir tal esperança.

Terceira meta: Estimularmo-nos mutuamente ao amor e a prática de boas obras (vers. 24). Nosso Deus, que é amor em sua essência, espera que nós também pratiquemos o amor, não em palavras, mas em atitudes de perdão, misericórdia e piedade.

Enfim, a quarta meta: Não deixar de congregar, como é costume de alguns (vers. 25). Jesus espera encontrar-se com você e com todos os seus discípulos no lugar onde ele manifesta sua presença e seu poder, isto é, na Igreja, o ajuntamento santo e visível do seu povo.

Essas são excelentes metas para você buscar neste ano que se inicia hoje: aproximar-se de Deus pela fé, guardar firme a confissão da esperança, estimular a prática do amor e não deixar de se congregar com seus irmãos. Que Deus nos ajude a alcançar tão sublimes objetivos.

Rev. Davi

domingo, 11 de dezembro de 2005

VOCÊ ESTÁ PREPARADO?

ANO LXIII - Domingo, 11 de dezembro de 2005 - No 3137

Você está preparado?

Em que momento de sua existência pode uma pessoa dizer seguramente que está preparada para morrer em paz? O que seria necessário para você dizer isso?

Essa indagação pode ser respondida a partir de diferentes perspectivas. Aqueles mais materialistas, diriam que o momento apropriado seria aquele em que tivessem acumulado uma quantidade enorme de bens, a ponto de legar abundância material para seus descendentes. Outros, mais hedonistas, considerar-se-iam dispostos a abandonar a vida após experimentarem todos os prazeres que este mundo pode proporcionar; os românticos, após viverem um grande amor. E há também aqueles bem simplistas que, conforme o dito popular, afirmariam que não gostariam de morrer sem antes plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro.

A verdade é que a morte não é algo natural. Ninguém pode se considerar preparado para morrer, valendo-se dos recursos deste mundo. À luz da Bíblia, a morte é conseqüência de um mal espiritual, o pecado, e exige, por isso, reparação espiritual.

O Evangelho de Lucas narra os eventos que cercam o nascimento de Jesus Cristo. Num desses relatos, o evangelista conta que havia em Jerusalém um velho chamado Simeão, homem justo e piedoso. Esse homem, expressamente, declarou-se preparado para morrer. Mas o que o teria levado a tal convicção? Ao tomar o menino Jesus nos braços, o velho exclamou: "Agora, Senhor, podes despedir em paz o teu servo...porque os meus olhos já viram a tua salvação!" (Lc 2.29-30).

Não se considere preparado para encarar a eternidade, enquanto não contemplar com os seus olhos a salvação de Deus! A Bíblia afirma que todos, indistintamente, estão condenados a morte eterna, enquanto não forem justificados por Deus. E como seria possível tal justificação? Jesus Cristo, o Filho de Deus, que é Deus-homem, nasceu com um propósito definido: morrer na cruz do Calvário, como Cordeiro de Deus, para justificar e salvar todos os que nele crêem. O Evangelho de João diz: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho Unigênito (Jesus) para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (Jo 3.16).

Jesus não nasceu em vão. Ele veio para dar vida em abundância, livrar de pecados e proporcionar salvação. Neste Natal, reflita sobre seu relacionamento com Cristo e desfrute a alegria de sua presença, preparando-se para estar, por toda eternidade, ao seu lado. Amém!

Rev. Davi

domingo, 21 de agosto de 2005

UMA TAREFA INACABADA

ANO LXIII - Domingo, 21 de agosto de 2005 - No 3121

UMA TAREFA INACABADA

Numa tarde de outubro de 1855, um jovem seminarista voltava pensativo para sua casa. Caminhava pelo campus de Princeton, avançando em meio à avermelhada paisagem de outono, e refletia a respeito do sermão à pouco proferido por um admirado professor. Mais tarde, registra em seu diário: "Hoje ouvi um sermão muito interessante do Dr. Hodge sobre os deveres da igreja na educação. Falou da necessidade absoluta de instruir os pagãos (...). Esse sermão teve o efeito de levar-me a pensar seriamente no trabalho missionário no estrangeiro." (Diário, p. 96.).

Quase quatro anos depois, em 12 de agosto de 1859, o navio "Banshee" aporta no Rio trazendo esse mesmo jovem, Ashbel Green Simonton. Chega só, mas traz no coração o sonho de ver o nome do Senhor Jesus glorificado por mais uma nação! Em pouco mais de uma década de ministério, o jovem lança as bases da Presbiterianismo no Brasil: organiza igrejas, presbitério, seminário, jornal... A ele se juntam outros pioneiros. Em 1888, menos de trinta anos depois, a Igreja Presbiteriana do Brasil se desligaria da Igreja americana, com quase quatro mil membros, por volta de cem igrejas e o maior projeto educacional do país. Devemos ser gratos a Deus pela visão missionária de homens como Simonton. Hoje em dia, dificilmente nos lembramos que, a cerca de século e meio atrás, homens de Deus corajosamente proclamavam o Evangelho em nosso país sob ameaças de morte, lançando as sementes de nossa denominação com sangue e suor!

Sem dúvida, a semente lançada frutificou. Mas a tarefa ainda está longe de terminar! Em nossos dias, cerca de 4,2 bilhões de pessoas compõe a população não-cristã do mundo. Desses, 1,6 bilhão jamais ouviram uma palavra sequer sobre o evangelho! Apesar disso, apenas1% da verba missionária e 2% dos missionários cristãos são enviados para esse mundo não-alcançado. (Fonte: Sepal). Não obstante, nós servimos ao Senhor de toda terra, Àquele que é digno de receber o louvor e a honra de todos os povos, nas mais diferentes línguas e culturas! Sua ordem foi: "Ide, fazei discípulos de todas as nações" (Mt 28.19). A responsabilidade de levar a mensagem às nações ainda ignorantes em relação ao evangelho compete a todos os cristãos!

Você quer fazer parte do mais transformador e gratificante movimento da história? Então, aproveite o mês de agosto, "mês das missões", para envolver-se pessoalmente no projeto missionário! Informe-se melhor sobre o que a IPVM e a IPB têm feito à respeito. Ore por missionários e povos não alcançados! Contribua! Una-se aos milhões que, ao redor do mundo, lutam para que o nome de Jesus seja glorificado entre as nações!

Rev. Davi

domingo, 27 de março de 2005

MAS DE FATO CRISTO RESSUSCITOU DENTRE OS MORTOS

ANO LXII - Domingo, 27 de março de 2005 - No 3100

"Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos..."

Há quase dois mil anos, irrompeu na História algo absolutamente novo debaixo do sol, para quebrar a monotonia anunciada pelo sábio Salomão em Eclesiastes (veja 1.9): Jesus de Nazaré, chamado Cristo pelos seus discípulos, ressuscitou dentre os mortos!

A ressurreição de Jesus Cristo não foi uma fraude arquitetada pelos seus discípulos, como os religiosos da época quiseram fazer acreditar, ao subornarem os guardas para noticiarem essa mentira (Mt 28.13); nem é algo que deve ser entendido de forma poética ou alegórica, um fato que ocorre apenas no "coração daqueles que amam a Jesus". A ressurreição é um fato histórico, ocorreu no tempo (no ano 30 d.C.) e no espaço (em Jerusalém, na Judéia). Se você estivesse lá, juntamente com João, Pedro e Maria Madalena, poderia ter tocado em Jesus, pois não se tornou um fantasma: seu corpo morto voltou à vida, e em carne e osso, antes de ser assunto aos Céus, passou quarenta dias com seus discípulos, comendo e alegrando-se com eles.

Aqueles que não crêem na ressurreição de Cristo padecem do mesmo mal que, a princípio, também deixou incrédulos os próprios discípulos: uma má-compreensão das Escrituras. Afirma o apóstolo João, a respeito deles: "Pois ainda não tinham compreendido a Escritura, que era necessário ressuscitar ele dentre os mortos." (Jo 20.9). Mais do que um fato histórico, a ressurreição de Cristo era uma necessidade teológica: Jesus, o Cordeiro de Deus, não tinha pecado. A morte não tinha direito de vencê-lo. Sua morte foi expiatória: Ele entregou-se no lugar de seu povo, tornando-se Mediador da nova aliança entre Deus e os seus eleitos, conquistando para eles eterna redenção (Hb 9.15). Quando os discípulos compreenderam isso, deixaram de lado todo medo de que lhes acontecesse o mesmo que sucedeu ao seu Mestre; tornaram-se invencíveis testemunhas da vitória de Cristo sobre a morte!

A ressurreição de Cristo dá um novo sentido à vida daqueles que experimentam seus efeitos. Se Cristo não houvesse ressuscitado, argumenta o apóstolo Paulo, seriamos os mais infelizes de todos os homens... afinal, que esperança nos restaria!? (1Co 15.17-19). Mas Cristo de fato ressuscitou! E sua ressurreição nos assegura mais do que a vida eterna: aqueles que estão em Cristo morreram juntamente com Ele para o pecado, e ressuscitaram com Ele para uma nova vida no Espírito, cheia de paz com Deus e liberdade para uma nova obediência, vida que tem como missão testemunhar ao mundo a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte.

Que Deus lhe dê a graça de experimentar em sua vida os efeitos maravilhosos da ressurreição de Cristo, transformando você também em uma testemunha da vitória do Cordeiro!

Rev. Davi

domingo, 6 de março de 2005

A LEI DA PERFEITA LIBERDADE

ANO LXII - Domingo, 06 de março de 2005 - No 3097

A LEI DA PERFEITA LIBERDADE

Um artigo publicado no ano de 1992 nos Estados Unidos constatou a profundidade do abismo moral em que a sociedade americana - de imensa maioria protestante - mergulhou nas últimas décadas. Segundo esse artigo, 74% dos entrevistados declararam que roubariam daqueles que realmente não sentiriam falta; 64%, que mentiriam quando lhes fosse conveniente; 53%, que trairiam seu cônjuge, uma vez que este faria o mesmo, dada à ocasião! Estas são apenas algumas das respostas estarrecedoras trazidas pela pesquisa. Contudo, o dado mais chocante, ao meu ver, é este: 93% das pessoas entendem que elas mesmas - e mais ninguém - estabelecem seu próprio padrão de certo e errado!

Não creio que os resultados seriam diferentes no Brasil. Os dados mostram a realidade da sociedade ocidental pós-moderna: num mundo indiferente em relação ao Deus Soberano, o relativismo dita as regras de moral; à parte de Deus, não há qualquer referencial de verdade ou de moralidade.

O relativismo e o pluralismo criam uma ilusão de liberdade: não há limites, não há leis, é o fim da sociedade cristã repressora! Falsa ilusão: sem a clara, precisa, libertadora orientação de Deus, o homem se torna escravo do pecado, se vê perdido em meios às trevas da incerteza. Não é possível encontrar terreno sólido, instrução precisa sobre o certo e o errado, uma vez desprezada a luz que provém da Escritura.

Diante desse quadro, a Igreja não pode se calar. Cabe a nós, chamados para sermos sal num mundo em putrefação, luz num ambiente de trevas, declarar em alta voz que há um Deus Soberano, e este Deus não está em silêncio! Ele falou por meio de Sua Santa Palavra, e declarou o que requer do homem.

Deus nos deu sua Lei Moral, resumida nos Dez Mandamentos. Essa Lei é perfeitamente libertadora. Ao mostrar nossa triste realidade de total depravação, ela nos dirige a Cristo, como única esperança de redenção, diante de um Deus plenamente Santo. E aquele que se dirige a Jesus com o coração contrito e humilhado, por certo encontrará prazer em cumprir a Lei do Senhor, não como forma de auto-justificação, mas como um culto de louvor e gratidão ao seu Senhor e Mestre, uma prova de amor a Jesus. Afinal: "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama..." (Jo 14.21).

Rev. Davi Miguel Manço

domingo, 20 de fevereiro de 2005

A IGREJA E A CULTURA: CONFORMAR OU TRANSFORMAR?

ANO LXII - Domingo, 20 de fevereiro de 2005 - No 3095

A IGREJA E A CULTURA: CONFORMAR OU TRANSFORMAR?

Nos dias em que começou a reinar, Josias, rei de Judá (2Rs 22 a 24), ordenou que seus servos realizassem reparos no velho Templo de Salomão. Durante as reformas, os servos encontraram o Livro da Lei do Senhor, esquecido há séculos em meio aos escombros do Santuário. Na verdade, o esquecimento em que caiu o rolo da Palavra de Deus era reflexo da situação espiritual do povo, pois este havia se "amoldado ao mundo": tornou-se idólatra, terrivelmente injusto e incorporou elementos da cultura e religião de povos pagãos.

E nós, povo de Deus do século 21, temos influenciado nosso meio? Ou será que, da mesma forma, estamos nos "secularizando"? Será que a ênfase exagerada na Teologia da Prosperidade não é um reflexo do profundo materialismo de nosso tempo? A supervalorização de fenômenos sobrenaturais (gargalhada do Espírito, vômito santo, sopro, nova unção) não seria a vertente cristã da onda mística que inundou nossa sociedade ocidental? E a grande preocupação das igrejas em entreter as pessoas, fazer com que elas se sintam bem no culto, não reflete uma sociedade hedonista e viciada no prazer? Será que todas essas práticas foram extraídas da Bíblia, o padrão que Deus outorgou a Igreja, ou são uma simples "versão gospel" daquilo que se vê no mundo ?

Tais fatos são evidência de que a Palavra de Deus não ocupa o centro da vida de grande parte do povo que se diz cristão em nosso país. Tanto o culto público praticado por muitas igrejas quanto o testemunho individual de muitos cristãos não seguem o padrão que nos foi oferecido por Deus. O impacto espiritual e social causado pela Igreja diminui na medida em que estas "incham", como conseqüência de sua secularização. Seria possível reverter tal situação? Há um caminho de volta!

Quando o rolo sagrado foi lido perante o rei, ele se arrependeu de seus pecados. Como conseqüência de sua conversão sincera, passou então a praticar profunda reforma espiritual na vida do Povo de Judá, extirpando toda idolatria e elemento estrangeiro do meio do povo. O Livro foi lido perante o povo, e as pessoas, por sua vez, também se converteram e renovaram a sua aliança com Deus, decidindo firmemente obedecer às palavras do Livro redescoberto.

A Palavra de Deus deve ocupar o primeiro lugar! Quando ocorrer tal retorno à Escritura, haverá arrependimento sincero por parte do povo de Deus, obediência e observância da Lei do Senhor, conversão sincera e reforma espiritual. Toda prática religiosa não condizente àquilo que é ordenado por Deus será extirpada de nosso meio! A Igreja do Senhor, então, será uma força verdadeiramente transformadora de nossa sociedade. Seremos verdadeiramente sal da terra e luz do mundo!

Rev. Davi Miguel Manço

domingo, 9 de janeiro de 2005

TRÊS PALAVRAS PARA 2005

ANO LXII - Domingo, 09 de janeiro de 2005 - No 3089

Três Palavras para 2005

No final de 2002, em um culto que anualmente minha família realiza na noite de Natal, ouvi um edificante sermão a respeito de três palavras que deveriam nos acompanhar ao longo do novo ano que estava por iniciar. Jamais esqueci essa mensagem. As mesmas expressões foram mencionadas pelo Rev. Rubens durante sua pregação por ocasião do culto de vigília em nossa Igreja. Como estamos ainda no início deste novo ano, julgo ser oportuno compartilhar com os irmãos a mensagem contida nessas três palavras, que são:

1. Ebenezer (1Sm 7.12): Após um grande livramento realizado por Deus, o profeta Samuel tomou uma pedra e colocou entre Mispa e Sem, chamando-lhe Ebenezer, que quer dizer "pedra de socorro". Então disse: "Até aqui nos ajudou o Senhor". Nesse início de ano, devemos olhar para trás e reconhecer, com gratidão, o quanto Deus tem cuidado de nós. Ele tem nos suprido em todos os sentidos: material, emocional e espiritualmente. Ainda que tenham sido grandes as lutas no ano que se findou, devemos reconhecer que o simples fato de estarmos vivos é uma prova da misericórdia de Deus. Em 2005, portanto, vamos manter nosso coração cheio de gratidão a Deus, nosso Pai, nossa verdadeira pedra de auxílio, e a Cristo Jesus, a principal e angular pedra da Igreja (1Pe 2.7).

2. Jeová-Girê (Gn 22.14): "O Senhor Proverá". Esse foi o testemunho de fé marcante de Abraão, quando enfrentou uma situação adversa. A obediência marcante de Abraão, que não negou a Deus seu próprio filho, era motivada por uma confiança inabalável de que Deus supriria cada uma de suas verdadeiras necessidades. Que, ao passarmos por lutas e provações, possamos ter essa mesma fé! Por certo o Senhor proverá para nós livramentos ao longo de 2005.

3. Emanuel (Mt 1.23): Que quer dizer "Deus Conosco", um dos nomes de nosso Senhor Jesus Cristo. Jesus é o próprio Deus revestido de humanidade, um Deus que por amor veio habitar entre nós e assim experimentou cada uma de nossas angústias, até mesmo a morte. A Bíblia diz que o Senhor Jesus continua vivendo conosco: "E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século." (Mt 28.20). Aquele que recebeu Jesus como seu Senhor e Salvador, tem sempre a certeza da presença confortadora e encorajadora do Senhor em sua vida. Essa é a maior bênção que podemos desfrutar em 2005 e em toda nossa vida.

Que essas três palavras possam ser constantemente mantidas em nosso coração, como fonte de consolo e renovada confiança em Deus!

Rev. Davi Miguel Manço

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ARQUIVO DE ARTIGOS E PUBLICAÇÕES DA IPVM

Este arquivo contém parte da memória da IGREJA PRESBITERIANA DE VILA MARIANA publicada ao longo de vários anos em capas de boletins, encartes e outros meios, aos poucos resgatados e acessível a todos através deste blog.

SUGESTÕES DO CANTINHO CULTURAL

  • LIVRO: GOTAS DE AMOR PARA A ALMA. AUTOR: Rev. Hernandes D. Lopes. ASSUNTO: mensagens diárias para edificar sua vida, consolar-lhe o coração, fortalecer-lhe a fé. Não são textos de autoajuda, mas falam do auxílio divino.
  • LIVRO: TOQUE O MUNDO POR MEIO DA ORAÇÃO. AUTOR: Wesley L. Duewel. EDITORA: Hagnos. ASSUNTO: este livro sugere planos passo a passo para elaborar listas de oração, organizar círculos de oração e retiros de oração para os cristãos que tem a incumbência de orar pela salvação e bênçãos das pessoas.
  • LIVRO: TODO FILHO PRECISA DE UMA MÃE QUE ORA. AUTORES: Janet K. Grant e Fem Nichols. EDITORA: Hagnos. ASSUNTO: Uma mãe que ora pode ter um impacto tremendo na vida de seus filhos, este livro mostra como envolver e apoiar sua família através da oração persistente e eficaz. Você aprenderá a perseverar em oração e a usar a Bíblia para guiá-la nesta tarefa.