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domingo, 1 de julho de 2012

CASTELOS DE AREIA

ANO LXX - Domingo, 01 de julho de 2012 - Nº 3479

CASTELOS DE AREIA
É semelhante ao homem tolo que edificou
sua casa sobre a areia...” (Mt. 7:26)

É muito difícil que alguém freqüente a praia (quando criança ou com as crianças) e não tenha se envolvido na empreitada de construir os famosos castelos na areia. Longos períodos de tempo carregando areia molhada, fazendo o fosso ao redor, erigindo as torres, construindo o belo castelo. Mas, não muito depois, as ondas começam a se aproximar perigosamente e, logo, o castelo vai desaparecer tomado pelas ondas. A lição simples a ser aprendida é que castelos de areia não são de longa duração.

Há tantos que não se dão conta desse fato. Trabalham freneticamente, uma agenda abarrotada e quase insana, desejando alcançar tudo ao redor, no afã de deixar um legado patrimonial aos que ficarem, sem lhes dar tempo qualitativo e significativo de convivência e presença. Sim, as pessoas querem presença mais do que meros presentes. Nesta corrida desabalada, o corpo acaba reclamando e força a diminuir o ritmo, a desacelerar e o coloca na posição de “descanso forçado”.

Não é errado que se tenha o cuidado com o bem estar físico nosso e de nossos familiares. Devemos nos esforçar para termos e darmos a melhor instrução e formação aos filhos. Mas, é preciso que entendamos o que disse o Senhor a Marta: “poucas coisas são necessárias...”. Ele fala de necessidade não de utilidade, não de conforto e nem de superfluidade ou ostentação.

A expressão usada por Salomão que equivale a construir castelos de areia é “correr atrás do vento”. O sentido é o mesmo. Corremos, conquistamos, ajuntamos, acumulamos, mas “esta noite pedirão a tua alma, e o que tens para quem será?”. É isso que o senhor Jesus nos ensina. Nossos castelos de areia se vão, se diluem e o que nos resta? Corremos atrás do vento? Sucesso, reconhecimento, destaque. Sedução do mundo. “Obedeça a Deus, porque ele lhe concede tempo suficiente para fazer tudo o que você precisa fazer em um dia ou na vida. Note que ele não lhe dá tempo suficiente para fazer tudo o que os outros pensam que você precisa fazer. Para descobrir o que Deus quer que você faça, dedique tempo a ele, ouça-o e, então, obedeça.”

(Adaptado do livro “Um mês para viver” de Kerry e Chris Shook)

Rev. Paulo Audebert Delage

domingo, 24 de junho de 2012

LANÇAR FORA A CARGA

ANO LXX - Domingo, 24 de junho de 2012 - Nº 3478

LANÇAR FORA A CARGA
... sendo violentamente castigados pela tempestade,
começaram a lançar fora a carga

A realidade que nos é imposta exige, de nós, que mudemos nossa forma de ver o mundo. Se soubesse que tem apenas um mês para viver, isso faria você rearranjar sua agenda e prioridade.

O texto acima está em Atos 27:18 e fala da jornada de Paulo no navio, indo, como prisioneiro, para Roma. Foram atingidos por um furacão, ou tempestade fortíssima e por muitos dias. Lucas registra que a tripulação começou a livrar-se de tudo aquilo que não era essencial à sobrevivência e permanência do navio. Muita carga que fora colocada cuidadosamente no navio, agora era lançada fora e às pressas, tornavase um risco e até mesmo um estorvo, era inútil. O que era considerado, apenas há alguns dias, precioso, agora é percebido como não sendo de valor efetivo algum.

Ao soprarem as tempestades e chegarem os furacões, seremos forçados a rever agenda, reescalonar prioridade, refazer planos e projetos. Com muita probabilidade o que atingirá o topo da lista é o aspecto dos relacionamentos. No meio da tempestade você está com medo, ansioso, irritado ou deprimido. A tempestade poderá exigir que você se desfaça da carga inútil e refaça sua escala de valores. Deus dará a você, não presentes, mas Sua Presença. Você poderá estar enjoado, abatido, fraco, molhado, mas haverá de ser conduzido pela presença do Senhor.

Que tipo de carga você precisa jogar fora de seu navio, antes mesmo da tempestade? Lançará esta carga fora apenas quando não houver jeito e estiver afundando já na tempestade? O que você precisa e pode jogar fora de seu barco e que não fará falta? O que faz com que esta carga não necessária ainda permaneça roubando seu tempo, energia e vigor? Infelizmente esperamos a tormenta e a tempestade chegarem para aliviarmos a carga de nosso navio.

(Adaptado do livro “Um mês para viver” de Kerry e Chris Shook).

Rev. Paulo Audebert Delage

domingo, 10 de janeiro de 2010

REFLEXÕES PARA O ANO NOVO

ANO LXVII - Domingo, 10 de janeiro de 2010 - Nº 3350

Reflexões para o Ano Novo

O apóstolo Paulo afirma em Filipenses 3.12 que ele prossegue em sua vida cristã, mas o faz de uma maneira definida, conforme indicada no versículo treze: "esquecendo-me das coisas que para traz ficam e avançando para as que diante de mim estão". Muitos de nós carregamos as feridas do passado ou as suas glórias, de tal forma que, ou temos nosso coração endurecido, ou somos arrogantes demais para que Deus trabalhe em nós. O correto é deixarmos o passado nas mãos de Deus e continuar nossa jornada rumo ao prêmio, confiando no que o Senhor está fazendo e fará em nossa vida.

Jesus visita a casa de Lázaro, e Marta se agita bastante para dar conta de todo o necessário para hospedar o Mestre, chegando a queixar-se com Ele sobre o fato de Maria ficar ouvindo-o e não ajudá-la. Jesus então lhe responde: "Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto pouco é necessário ou mesmo só uma coisa: Maria, pois, escolheu a melhor parte, e esta não lhe será tirada" (Lucas 10.41-42). Note que Cristo não critica Marta por estar trabalhando e nem manda que ela pare tudo, mas simplesmente enfatiza sua preocupação com as coisas que não eram as mais importantes. No mundo moderno, onde tantas coisas competem para ganhar nosso afeto e preocupação, será que estamos ligados na melhor parte?

Que estas reflexões aplicadas, ao novo ano que se iniciou, guiem nossas ações nele.

Adaptação do texto do Rev. George Alberto Canêlhas

domingo, 25 de junho de 2006

O DIVÓRCIO É HUMANO, O CASAMENTO É DIVINO

ANO LXIV - Domingo, 25 de junho de 2006 - No 3165

O Divórcio é humano, o casamento é divino
Texto Básico: Marcos 10.1-12

O divórcio é humano e o casamento é divino. O divórcio é fruto do pecado e o casamento é uma instituição divina. O divórcio gera sofrimento e o casamento produz a felicidade. O divórcio separa e o casamento ajunta. O divórcio repudia e o casamento acolhe. É por estas e outras razões que Deus odeia o repúdio. O profeta Malaquias escreve: Porque o SENHOR, Deus de Israel, diz que odeia o repúdio e também aquele que cobre de violência as suas vestes, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto, cuidai de vós mesmos e não sejais infiéis. (2.16). Jesus foi questionado pelos fariseus acerca do divórcio: E, aproximando-se alguns fariseus, o experimentaram, perguntando-lhe: É lícito ao marido repudiar sua mulher? (Mc 10.2). A resposta de Jesus resume o seu ensino sobre o divórcio e o casamento.

1. O divórcio não é um mandamento divino, mas uma concessão da lei mosaica: Moisés foi o autor de Gênesis e registrou a origem do casamento antes da queda. O que ele "mandou" foi o que Deus ordenou sobre o casamento em Gênesis 1.27,28; 2.24. Jesus como supremo intérprete da Escritura diz que Moisés não mandou divorciar por qualquer motivo, ele permitiu por um único motivo, a dureza de coração (10.4,5; Mt 19.8). O divórcio é uma praga social que gera infelicidade e sofrimento.

2. O divórcio não é obrigatório ou compulsório: O divórcio, embora legítimo no caso de infidelidade conjugal (Mt 19.9) ou abandono irremediável (1Co 7.15), não é compulsório nem obrigatório. A prática do perdão é melhor do que o divórcio. A restauração de um casamento por meio do perdão é melhor que o divórcio.

3. O divórcio sem justa causa pode conduzir os divorciados a prática do adultério: Jesus afirma de forma categórica contrariando a prática comum dos nossos dias: E ele lhes disse: Quem repudiar sua mulher e casar com outra comete adultério contra aquela. E, se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adultério. (Mc 10.11-12).

Aproveitando a pergunta, Jesus reafirma os princípios bíblico acerca do casamento.

4. O casamento é heterossexual: O casamento só é possível e permitido por Deus, por duas pessoas de sexo oposto. Deus criou a união heterossexual para cumprir o propósito de reprodução e felicidade da família. A relação homossexual jamais será um casamento. É uma prática abominável contrária a natureza humana e abominável (Lv 18.22-29).

5. O casamento é monogâmico: O modelo de casamento instituido por Deus é monogâmico, ou seja, entre um homem e uma mulher. Diz o texto bíblico: Por isso, deixará o homem a seu pai e mãe e unir-se-á a sua mulher. Deus não criou mais de uma mulher para Adão nem mais de um homem para Eva.

6. O casamento é uma união íntima e indissolúvel: A maior intimidade entre duas pessoas dá-se no casamento. Jesus diz: e, com sua mulher, serão os dois uma só carne (10.8). Trata-se de uma intimidade espiritual, emocional e física. Consuma-se esta união por meio do ato sexual. O sexo antes e fora do casamento é pecado (1 Ts 4.3-8). O sexo é bênção de Deus para os casados, com objetivos recreativos e procriativos.(Pv 5.15-19 e Gn 1.28).

Jesus declara que o casamento é uma união indissolúvel: Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. (Mc 10.9). Somente a morte põe fim a relação da união de um casal (Rm 7.2-3). Em síntese, o divórcio é humano e o casamento é divino.

Rev. Arival Dias Casimiro (extraído e adaptado do site da I.P.Pinheiros)

domingo, 4 de junho de 2006

VIRTUDE TEDIOSA?

ANO LXIV - Domingo, 04 de junho de 2006 - No 3162

Virtude Tediosa?

Nos romances as figuras proeminentes se dividem em vilões ou vítimas. Pessoas boas, vidas virtuosas na sua maioria parecem um tanto tediosas. Jeremias é uma fantástica exceção. As qualidades cativantes da personalidade de Jeremias são sua bondade, sua virtude, sua excelência. Ele viveu do melhor modo possível. Não existe qualquer traço de presunção, complacência ou ingenuidade em Jeremias - cada pensamento de sua mente foi submetido à rejeição, cada sentimento de seu coração passou pelas chamas do ridículo. Bondade para Jeremias não significava "ser amável", era algo mais parecido com coragem ou bravura.

Há uma passagem na vida do profeta quando ele esteve à beira de entregar-se à morte interior. O profeta estava pronto a abandonar sua singular vocação divina e transformar-se num morador a mais em Jerusalém. Nesse momento crítico, ele ouviu a reprimenda: "Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo? " (Jr 12.5).

A vida é difícil, Jeremias. Você vai desistir na primeira onda de oposição? Vai correr para casa assim que constatar que a grande maioria dos homens e mulheres está mais interessada em preservar seu conforto do que em arriscar-se para a glória de Deus? Vai viver cautelosamente ou corajosamente? Eu o chamei para viver da melhor forma possível, para ir ao encalço da retidão, para manter o curso em direção à excelência.

É mais fácil descansar nos braços confortáveis da Normalidade. Mais fácil, mas não melhor. Mais fácil, mas não mais significativo. Mais fácil, mas não mais pleno de satisfação.

Eu o chamei para uma vida de propósitos muito mais altos do que você jamais pensou ser capaz de realizar e prometi que o supriria com o vigor necessário para cumprir seu destino. Agora, ao primeiro sinal de dificuldade você está pronto a desistir. Se você se sente fatigado com a mesmice dessa multidão de pessoas medíocres e apáticas, o que você fará quando a corrida verdadeira começar, a corrida com rápidos e resolutos cavalos e cavaleiros da excelência? O que você realmente deseja, Jeremias? Caminhar pesadamente com a multidão ou correr com os cavalos?

É pouco provável que Jeremias tenha respondido rápida e espontaneamente à pergunta de Deus. Os ideais arrebatadores de uma vida nova haviam sido borrifados pelo cinismo do mundo. O ímpeto eufórico do entusiasmo juvenil não mais o impulsionava. O profeta pesava as opções. Computava o custo. Inquietava-se e sentia-se perturbado e hesitante.

A resposta, quando finalmente surgiu, não foi verbal, mas biográfica. Sua vida tornou-se a sua resposta: "Eu competirei com os cavalos."

Adaptado de Eugene Peterson, "Corra com os Cavalos" (Ed. Textus).

domingo, 21 de maio de 2006

GRAÇAS PELA IGREJA

ANO LXIII - Domingo, 21 de maio de 2006 - No 3160

"Graças pela Igreja"

(Música: Hino no 61 N.C.)

I

Graças dou por esta Igreja
Pelo bem que divulgou
Graças dou pelo futuro
E o tempo que passou.
Pelas bênçãos alcançadas,
Pelo amor, e a oração,
Pelas vidas consagradas,
Graças dou pela união.

II

Graças pela Mocidade
E por Juvenis também,
Pelos Homens e Senhoras
E Crianças que aqui vêm.
Pelo Evangelho santo,
Pela luz que aqui brilhou,
Pela graça infinita
E o ensino que espalhou.

III

Pela fé e avivamento
E também dedicação,
Pelo amor que é sem medida
Pela paz no coração.
Pela página escrita
E o esforço que é sem par,
Pela amada "IPVM"
Sempre graças hei de dar

(Adaptado do boletim da Igreja Presbiteriana Unida)

domingo, 19 de março de 2006

APRENDENDO A DEPENDER DE DEUS

ANO LXIII - Domingo, 19 de março de 2006 - No 3151

APRENDENDO A DEPENDER DE DEUS

Faça-me teu escravo, Senhor, e liberto sempre serei;
Força-me a depor minha espada, e conquistador me tornarei.
Mas se tento erguer-me por mim mesmo, nos temores da vida afundarei.
Aprisiona-me em teus braços, e mais força nas mãos terei.

Débil é minha força, até que aprendi a servir;
É necessário fogo para brilhar e brisa para subir;
Não podendo dirigir o mundo, até que tu mesmo venhas guiar,
Minha bandeira não se desfralda sem teu sopro nela tocar.

Poesia de George Matheson (1842-1906), pastor e teólogo escocês, lida pelo Presb. Eleusis durante o Culto Vespertino do último domingo.

domingo, 19 de fevereiro de 2006

QUANDO UMA IGREJA PÁRA DE CRESCER?

ANO LXIII - Domingo, 19 de fevereiro de 2006 - No 3147

Quando uma Igreja pára de crescer?

Quando passa a viver ao redor de si mesma, ao invés de se preocupar com o mundo perdido ao seu redor.

Quando passa a se preocupar mais com as limitações do que com as possibilidades que tem.

Quando assume a atitude de defensiva, ao invés de permanecer na ofensiva.

Quando é apenas respeitada pelo mundo, ao invés de ser relevante para o mundo.

Quando perde o espírito de insatisfação e passa a estar satisfeita com aquilo que já fez.

Quando, face as mudanças ao redor, perde a visão da sua missão.

Quando deixa de ser uma agência do Céu na terra e passa a ser mera instituição social.

Quando o estudo da Palavra é fraco ou relegado a segundo plano.

Quando a diversão ocupa o espaço da oração no coração dos crentes.

Quando inverte as prioridades da sua existência: adoração, proclamação, educação e ação social.

Extraído e adaptado

domingo, 5 de fevereiro de 2006

HOMEM PRESBITERIANO

ANO LXIII - Domingo, 05 de fevereiro de 2006 - No 3145

HOMEM PRESBITERIANO

(Homenagem da SAF no Dia do Homem Presbiteriano)

Você foi eleito por Deus para ser sacerdote da família, pai, na expressão máxima da palavra.

É também um divulgador do evangelho de Jesus.

Homem Presbiteriano, sua família se apóia em você.

Você está sempre alerta: é o mensageiro de Deus, aconselhando e agindo na hora certa.

Homem Presbiteriano, sua igreja espera de você: disposição para a obra do Senhor, amor ao próximo, consagração e fé para salvar almas.

Oramos por você, procurando ajudá-lo nas tarefas cristãs para que, unidos como família de Deus, possamos ser luz nas trevas.

Desejamos que o Senhor
  • esteja à sua frente para lhe mostrar o caminho certo;
  • esteja atrás de você para livrá-lo de pessoas falsas;
  • esteja dentro de você para consolá-lo quando estiver triste;
  • esteja ao seu lado para abraçá-lo e protegê-lo;
  • esteja sob você para ampará-lo quando cair e livrá-lo de armadilhas;
  • esteja ao seu redor para defendê-lo quando outros o atacarem;
  • esteja sobre você, abençoando-o sempre. Amém.
"Com efeito, grandes coisas fez o Senhor por nós; por isso estamos alegres" (Sl. 126:3)

(Revista da SAF - Extraído e Adaptado)

domingo, 25 de dezembro de 2005

NATAL.... PLENITUDE DO TEMPO!

ANO LXIII - Domingo, 25 de dezembro de 2005 - No 3139

NATAL.... Plenitude do tempo!

"Vindo a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos." (Gl. 4:4) Foi o tempo especial em que um extra-terrestre se transfere para o planeta e se comporta como nunca ninguém se comportou. Este "ET" não é ficção científica nem ficção religiosa. É o próprio Deus feito homem, mas sem deixar de ser Deus. Ao mesmo tempo filho de Deus e filho do homem, este Deus Conosco (daí o nome Emanuel) vive como se fosse um de nós (come, bebe, cansa-se, sofre, paga impostos e é tentado em todas as coisas) age como se fosse o próprio Deus (perdoa pecados, realiza milagres, exerce autoridade sobre tudo e sobre todos e mostra a sua glória).

Em nenhuma outra ocasião se fez tantos milagres como nesta plenitude do tempo, quanto ao número, quanto à variedade e quanto à autenticidade. Em nenhuma outra ocasião os mistérios do homem, os mistérios de Deus e os mistérios da vida foram trazidos à tona e explicado com tanta precisão. Em nenhuma outra ocasião o amor de Deus foi tão visível e tão vigoroso. Em nenhuma outra ocasião houve um sacrifício pelo pecado tão perfeito quanto o de Jesus.

Em nenhuma outra ocasião o céu esteve tão ligado à terra, a ponto de haver uma eclosão de anjos no dia do nascimento de Jesus (Lc. 2:13).

A rigor, a plenitude do tempo não começou com o nascimento de Jesus em Belém da Judéia, mas nove meses antes, quando o poder do Altíssimo envolveu uma virgem em Nazaré da Galiléia com a sua sombra e ela ficou grávida sem ter relação com homem algum (Lc. 1:26-38)

Não se deve pensar que a plenitude do tempo refere-se a um simples momento da história quando o Verbo se fez carne no ventre de Maria ou quando ele veio à luz na estrebaria de Belém. A plenitude do tempo abrange a concepção, a gravidez, o nascimento, a infância, o ministério, a morte vicária, a ressurreição e a ascensão de Jesus, fatos narrados não exaustivamente pelos Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João. Se fossem narrados minuciosamente, "nem no mundo inteiro caberiam os livros que seriam escritos." (Jo 21:25). Esta plenitude do tempo mudou tudo. Até a contagem do tempo. O que aconteceu antes é datado regressivamente. Por exemplo: o templo de Jerusalém foi reconstruído a partir do ano 19 antes de Cristo e foi destruído 89 anos depois, no ano 70, depois de Cristo.

A plenitude do tempo rompeu definitivamente o véu do santuário e tornou possível o acesso ao Santo dos Santos. A plenitude do tempo deu a todos os cristãos a sensação e a convicção de que estamos dentro da fase última da história da salvação e por isso dizemos sempre que "o tempo está próximo" (Ap. 1:3) ou que "vai alta a noite e vem chegando o dia." (Rm. 13:12)

(Extraído e adaptado de Ultimato)

domingo, 13 de novembro de 2005

FELIZ A NAÇÃO CUJO DEUS É O SENHOR

ANO LXIII - Domingo, 13 de novembro de 2005 - No 3133

15 DE NOVEMBRO - PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA
"FELIZ A NAÇÃO CUJO DEUS É O SENHOR"

O Brasil está enfrentando crises. Crise financeira. Crise moral. Crise política. Crise social. E, quem sabe, muitas outras, todas geradas, sem dúvida, em outra mais importante, fundamental e aguda: a crise espiritual! Insegurança, fome, desemprego, enchentes, secas são conseqüência, com efeito, do desapego a Deus, da desobediência à Palavra de Deus.

Se nos demorarmos na análise destas crises e de tantas outras que o País enfrenta - facilmente concluiremos que, de fato, o afastamento de Deus, a irreverência com que o povo trata Deus, é a causa principal de tantos problemas e dificuldades. É lamentável que tais crises têm desmotivado nosso povo de comemorar nossas datas históricas, reduzindo nossos feriados cívicos a simples motivos para passeios, viagens ou simplesmente descansar.

A Bíblia -a infalível Palavra de Deus - nos lembra e exorta: Feliz a Nação Cujo Deus é o Senhor"! Aqui está a razão, a causa. O povo brasileiro - em todos os seus níveis - é muito religioso, mas sua "religião" se volta para deuses que não têm poder espiritual... São meras ficções, criações humanas... Ou de grupos religiosos distanciados da verdade bíblica, cujas mentes férteis e imaginativas criam no coração e na mente do povo práticas religiosas que não se alicerçam nos ensinos de Deus, do Deus Verdadeiro, Todo-Poderoso, Criador e Governador do Universo e de tudo quanto nele há.

Neste dia 15, o Brasil comemora mais um aniversário da Proclamação da República, 116 anos! Data historicamente significativa para a Nação Brasileira, mas cujo brilho da comemoração é empanado pela mais difícil crise que o país já atravessou, em matéria de corrupção.

Porém, como já referimos anteriormente, as raízes dessa crise não estão encravadas na capacidade, inteligência, trabalho, estrutura organizacional ou outra que qualquer sentido meramente humano, mas extrapola esses limites, alcançando o interior das pessoas, sua espiritualidade: a falta de Deus!

A crise espiritual origina todas as demais e só tem uma solução: a busca de Deus! O povo brasileiro precisa voltar-se para Deus, porque Deus tem a solução para todas as crises.

Nós, evangélicos, precisamos arregaçar as mangas, trabalhar ativamente e viver pela emancipação espiritual de nossos patrícios. Peçamos a Deus orientação e trabalhemos juntos para que todo o Brasil venha a entender que "Feliz a Nação Cujo Deus é o Senhor" e comemore com júbilo e orgulho todas as nossas datas cívicas.

(Adaptado pelo Rev. Rubens)

domingo, 31 de julho de 2005

PRESBÍTEROS SÃO PASTORES!

ANO LXIII - Domingo, 31 de julho de 2005 - No 3118

PRESBÍTEROS SÃO PASTORES!

Talvez você estranhe a ênfase dada ao termo "pastor" ao longo deste estudo. Além de ser uma palavra apropriada, ela define muito bem qual é, de fato, o ofício do presbítero - o ministério do pastoreio. O trabalho dos presbíteros nada mais é do que o cuidado pastoral do rebanho de Deus.

Você pode perguntar: "Mas o cuidado pastoral é trabalho do pastor titular, não é mesmo? Afinal de contas ele é chamado de 'Pastor'. É ele quem tem o preparo, bem como a experiência e recebe um salário para desempenhar o seu trabalho. Presbíteros são leigos ocupados, homens que têm um emprego de tempo integral e muitas outras responsabilidades.

Sem dúvida alguma o pastor titular deve se ocupar com o rebanho, alimentando-o e cuidando de suas necessidades como representante do Bom Pastor. Mas será que cabe só a ele (ou no caso de uma equipe pastoral, "a eles") - "o profissional" assalariado - a tarefa de pastorear o rebanho?

A resposta da Bíblia é "não"! De acordo com as Escrituras os presbíteros são tão pastores da igreja quanto qualquer pastor que tenha recebido treinamento e seja pago para exercer essa função.

Presbíteros são pastores, não administradores. Sua função é cuidar do rebanho do Bom Pastor, não simplesmente "administrar os negócios" de uma instituição corporativa. Na conhecida passagem de Atos 20:17-38 encontramos as palavras de despedida de Paulo aos presbíteros de Éfeso, que ele havia reunido para dar as últimas instruções (vs. 13ss). Nesse texto importante, Paulo emprega diversas palavras para descrever os homens aos quais ele se dirige:

  • No versículo 17 refere-se a eles como "presbíteros"(usando a palavra grega "presbyteros", de onde vem a palavra em português "presbítero" e "presbiteriano")
  • No versículo 28 ele os chama de "bispos" (da palavra grega "episcopos", radical do termo "episcopal", em português "bispo").
  • Ainda no versículo 28 ele os chama de "pastores" (a palavra grega é "poimein", termo usado para o "pastor de ovelhas" ou "quem cuida do rebanho").

Ao comemorarmos amanhã o "Dia do Presbítero", desejamos que Deus desperte em seus corações uma ampla compreensão bíblica da dimensão pastoral do presbiterato.

(Extraído e adaptado de "Coração de Pastor", John Sittema)

domingo, 15 de maio de 2005

NOSSA HOMENAGEM À IGREJA-MÃE

ANO LXII - Domingo, 15 de maio de 2005 - No 3107

Nossa Homenagem à Igreja-Mãe

Vila Mariana surgiu na esteira da urbanização da região sul, seguindo-se à implantação da Avenida Paulista no ano de 1891. Era um bairro considerado distante no começo do século.

A 2ª Igreja Presbiteriana de São Paulo, a ainda jovem Igreja Unida, erguera um belo templo na Rua Helvetia, que era uma das ruas próximas do elegante bairro dos Campos Elíseos. (...) a Igreja unida se transformou no principal núcleo da Igreja Presbiteriana do Brasil em São Paulo.

É bem possível imaginar as dificuldades que os crentes experimentavam para chegar, de todos os bairros, à Igreja Unida: (...) não menos do que duas horas de viagem de ida e de volta separavam os moradores de Vila Mariana do templo da igreja-mãe. A jovem igreja tinha, entretanto, o vigor e o sopro do Espírito que a capacitavam á geração de novas congregações e igrejas. Foi assim que surgiu a Igreja Presbiteriana de Vila Mariana.

Um grupo de moradores do bairro, membros da Igreja Unida, concluíram que já havia um contingente razoável de pessoas para o estabelecimento de uma nova congregação. A direção da igreja-mãe foi sensível e, em meados de 1927, uma convocação se fez para uma reunião preparatória visando à instalação de uma Escola Dominical e de uma Congregação em Vila Mariana. Essa reunião preparatória aconteceu, de fato, no dia 13 de julho de 1927, às 20h, na casa do irmão Isaac de Mesquita, à Rua Machado de Assis, 49 (atual 285).

Decididos estavam aqueles irmãos, tanto que deliberaram, de pronto, que se fundasse a "Congregação Evangélica Presbiteriana da Vila Mariana", este o primeiro nome da nascente igreja. (...) O começo foi humilde: apenas uma pequena garagem iria servir como salão de cultos. Seu local, Rua Vergueiro, 402, depois 378.

Logo começaram os trabalhos: a 18 de agosto de 1927, às 20h10, estavam ali presentes o Rev. Rizzo, o Pb. Dr. Alexandre Orecchia, o Pb. Isaac de Mesquita, o Rev. João Pereira Garcia, o Pb. Eugênio Facchini da IP do Brás, e mais os senhores Aristides Mesquita, Polybio de Mesquita e Uriel Garcia. Esse grupo de irmãos declarou, naquele dia, oficializada a Congregação de Vila Mariana.

Extraido e editado do livro "IPVM: Uma história de amor divino", de autoria dos Pbs. Iberê Arco e Flexa e Eduardo dos Santos.

domingo, 30 de janeiro de 2005

GUARDADOS POR DEUS

ANO LXII - Domingo, 30 de janeiro de 2005 - No 3092

GUARDADOS POR DEUS

"O Senhor te abençoe e te guarde" (Nm. 6:24)

Sendo Deus onipotente, quando Ele guarda algo, isto é permanente - um fato facilmente reconhecido nas Escrituras. O verdadeiro filho de Deus deve regozijar-se constantemente no poder da proteção de Deus.

Alguns exemplos de como Deus nos guarda:

1. Ele nos guarda de perdermos a salvação: "Ora aquele que é poderoso para vos guardar dos tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da Sua Glória." (Judas 24), "Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, eternamente, e ninguém as arrebatará da minha mão."Jo 10:28.

2. Ele nos guarda de tropeçar: "Ele guarda os pés dos seus santos, porém os perversos emudecem nas sombras da morte." "Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos. Eles te sustentarão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra." (Sl. 91:11,12)

3. Ele nos guarda como um tesouro: "Guarda-me como a menina dos olhos, esconde-me, à sombra das tuas asas."( Sl. 17:8)

4. Ele guarda nossas mentes e pensamentos: "E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações as vossas mentes em Cristo Jesus." (Fl.4:7) "Tu conservarás em perfeita paz aquele cuja mente está firme em Ti; porque ele confia em Ti." (Is. 26:3).

5. Ele nos guardará da tribulação vindoura: "Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro." Ap. (3:10)

"Ele não permitirá que os teus pés vacilem; não dormitará aquele que te guarda. É certo que não dormita nem dorme o guarda de Israel. O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua direita. De dia não te molestará o sol, nem de noite a lua. O Senhor te guardará de todo o mal; guardará a tua alma. O Senhor guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre." (Sl. 121:3-8)

(De: Days of Praise, adaptação Rev. Rubens)

domingo, 5 de dezembro de 2004

A ORIGEM DOS HINOS NATALINOS

ANO LXII - Domingo, 05 de dezembro de 2004 - No 3084

2º Domingo do Advento

A ORIGEM DOS HINOS NATALINOS

As canções de Natal tiveram sua origem no dia do nascimento de Cristo:

"E subitamente apareceu com o anjo uma multidão da milícia celestial louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem Ele quer bem." (Lucas 2:13 e 14)

Entretanto, durante muitos séculos, pouco se cantou no Natal. Os hinos religiosos se tornaram profundamente teológicos e eram só escritos em latim. Raramente comunicavam ao povo.

No século XIII, um discípulo de São Francisco de Assis chamado Jocopone da Todi, resolveu escrever uma série de hinos da natividade, considerados até hoje como grande expressão de fé, que demonstraram a ternura, a intimidade e alegria de Cristo - sentimentos estes tão bem expressos por São Francisco de Assis. Com estes hinos escritos em italiano, rompeu-se a tradição. Muitos outros apareceram em toda a Europa, escrevendo cânticos semelhantes, nas línguas de cada país. A Inglaterra foi a nação onde estes hinos natalinos mais se desenvolveram. Em 1430, Hohn Audelay publicou uma coleção de vinte e cinco cânticos de Natal. De lá para cá, hinos de Natal têm surgido em todos os paises e línguas do mundo.

Dentre os mais conhecidos cânticos de Natal estão "Vinde Fiéis" (Adeste Fidelis) e "Noite de Paz (Stille Nacht). É impossível determinar a origem de "Vinde Fiéis", mas é um dos mais conhecidos e apreciados hinos de Natal, sendo comum a católicos-romanos e evangélicos-protestantes. Primitivamente foi usado como cântico processional, depois serviu de ofertório nas cerimônias religiosas e, no fim do século passado, passou a ser cantado por ocasião da bênção nas festas do Natal. "Noite de Paz" é a mais conhecida e amada canção de Natal na língua alemã. Sua origem data do Natal de 1818. Numa vila dos Alpes da Áustria, o órgão da Igreja de Obemdorf não estava funcionando e não poderia ser usado no culto da véspera do Natal. Joseph Mohr decidiu, então, escrever um novo hino; ele escreveu o texto e pediu ao organista Franz Gruber, que fizesse a música. A composição foi usada aquela noite, cantada a duas vozes com acompanhamento de violão.

Nos cânticos natalinos toda a humanidade se une para celebrar a Cristo Jesus, aquele que veio para o mundo salvar. Que estes hinos possam glorificar o Salvador Jesus, e que ele possa nascer e reinar em nossos corações!

(Rev. João W. Faustini-Adaptado)

domingo, 14 de novembro de 2004

ÂNIMO, DÊ-ME ÂNIMO!

ANO LXII - Domingo, 14 de novembro de 2004 - No 3081

ÂNIMO, DÊ-ME ÂNIMO!

Talvez você ainda não tenha dito isto em voz alta nos últimos dias, mas a possibilidade é de que você tenha pensado nestas palavras lá nos vestíbulos silenciosos de sua alma.

"Dê-me ânimo, por favor, ânimo." Talvez você ainda não tenha parado alguém na rua e dito exatamente esta frase, mas se alguns que se importam bastante com você olhassem bem de perto, veriam estas palavras escritas no seu rosto carrancudo, nos ombros encurvados, nos olhos a suplicar... Ouviriam essas palavras ecoarem em seus comentários descuidados e nos suspiros suprimidos... Dê-me ânimo!

Ânimo... Se a verdade fosse conhecida, revelaria que você implora por algum alento. Você o busca, você anseia por ânimo e provavelmente em aflição, por ter descoberto que este produto parece andar em falta! Estou certo? Foi aí que você esteve ultimamente, escondendo-se na caverna do desânimo, afagando suas feridas sob algumas nuvens pesadas e escuras que parecem não se dissipar? Pensando seriamente em renunciar à raça humana, quem sabe renunciar à própria vida. Você talvez até já se tenha acostumado com desapontamentos, com sonhos desfeitos e com a desilusão. A crise parece ser sua única companheira, a mais íntima. Como disse alguém: "a luz que você vê no fim do túnel é o farol de um trem que vem se aproximando..."

Você parece até concordar com um aceno de cabeça, mas é provável que não esteja sorrindo... A vida tornou-se terrivelmente sem graça e sem sentido.

Quero dizer a você amigo(a) cansado, cambaleante, abatido, desanimado que tenha ânimo! O Senhor Deus pode erguê-lo e Ele o fará. Não há cova profunda demais para Ele, não há vale tão sombrio que a luz de Sua Verdade não possa penetrar.

Ouça Suas palavras: "Não temas porque Eu sou contigo", "Não te assombres porque Eu sou o teu Deus", "Eu te fortaleço, te ajudo e te sustento com a minha destra fiel, porque Eu o Senhor Teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: não temas que Eu te ajudo, não temas ó vermezinho de Jacó, Eu te ajudo diz o Senhor, o Teu Redentor, o Santo de Israel. Não temas porque Eu te remi, chamei-te pelo teu nome, tu és meu. Quando passares pelas águas Eu serei contigo, quando passares pelos rios eles não te submergirão, quando passares pelo fogo não te queimarás, nem a chama arderá em ti." Tão somente: "Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa."

O Senhor Deus pode te dar ânimo.

(Compilado e adaptado pelo Rev. Rubens)

domingo, 28 de março de 2004

CURRICULUM VITAE DE UM SERVO DE DEUS

ANO LXI - Domingo, 28 de março de 2004 - No 3048

CURRICULUM VITAE DE UM SERVO DE DEUS

  1. Ex-militante da Associação Local em Defesa da Hipocrisia. Ex-combatente do Grupo Radical Sorriso Falso.
  2. Bacharel em Arrependimento e Conversão tendo professado publicamente a sua fé em Jesus.
  3. Matriculado no Curso Intensivo de Santificação cuja formatura se dará por ocasião de sua transferência para o domicílio eterno.
  4. Formado no Instituto das Provações e Tentações, com pós-graduação em Paciência e Perseverança. Técnico especialista em oração, sendo acompanhado e orientado pelo Espírito Santo.
  5. Membro ativo do Grupo 'Palavra de Deus', que examina e se alimenta diariamente da leitura de sua enciclopédia predileta - a Bíblia Sagrada.
  6. Formado em Psicologia da Alma, pois sabe quando deve falar e quando deve se manter calado.
  7. Profissional de vida limpa, honesto em seus negócios, sem que lhe dê o direito de se julgar melhor que os outros.
  8. Membro atuante de uma Igreja Cristã, nunca abandonando a sua congregação, como é costume de alguns (Hb 10.25).
  9. Diplomando com distinção no curso oferecido pelo Professor Malaquias (3.10), indo mensalmente à 'Casa do Tesouro'.
  10. Exemplar chefe de família, não impondo o Evangelho aos filhos, mas atraindo-os com a beleza do seu testemunho pessoal.

(Extraído e adaptado)

domingo, 14 de março de 2004

TER AMIGO, SER AMIGO

ANO LXI - Domingo, 14 de março de 2004 - No 3046

TER AMIGO, SER AMIGO

Eram umas 11 horas da noite quando recebi o telefonema de um querido amigo meu. Sua chamada me deixou muito feliz. A primeira coisa que ele me perguntou foi: "Como você está?" E sem saber porque eu lhe respondi: "Muito só".

"Você quer conversar?" Respondi que sim. "Você quer que eu vá até a sua casa?" Tive vontade de dizer "não precisa", mas respondi também que sim.

Desligou o telefone e em menos de quinze minutos lá estava ele tocando a minha campainha. Comecei falando de meu trabalho, minha família, meus problemas e dúvidas e ele, atento, me escutava.

Naquele dia eu estava muito cansado e a sua companhia me fez muito bem. Além do mais, do começo ao fim ele me escutou, me apoiou e me aconselhou. Assim, quando notou que eu estava melhor ele me disse: "Bom, agora preciso ir trabalhar..."

Surpreso eu lhe disse: "Por que você não me disse antes que teria que ir trabalhar? Veja que horas são! Você não dormiu nem um pouco, eu roubei seu tempo por toda a noite. " Ele sorriu e me disse: "Não tem problema, para isso existem os amigos".

Ao ouvir isso fiquei feliz em saber que podia contar com um amigo assim. Eu o acompanhei até a porta e quando ele caminhava até o seu carro ocorreu-me perguntar: "Meu caro, por que você me telefonou tão tarde, o que você queria?" Ele voltou e me disse em voz baixa: "É que eu queria te dar uma notícia." E eu perguntei: "O que aconteceu?" Ele me disse: "Fui ao médico e ele foi muito franco. Ele me disse que meus dias estão contados. Assim, só posso esperar..."

Naquele momento fiquei mudo. Ele sorriu e disse: "Tenha um bom dia, amigo". Entrou no seu carro e se foi.

Precisei de um bom tempo para assimilar a situação. E até hoje me pergunto por que quando ele me perguntou como eu estava, eu me esqueci dele e só falei de mim! Como ele teve força para sorrir, me escutar e me dizer tudo que disse?

Desde esse dia a minha vida mudou. Deixei de ser tão crítico com meus problemas e de me preocupar somente comigo. Agora aproveito o meu tempo para estar mais perto das pessoas que amo, perguntar como estão e me interessar mais por elas, sem esperar nada em troca. Tento sentir mais profundamente aqueles que estão à minha volta e aqueles que passam por minha vida. Agora entendo o ensino do Senhor Jesus: "Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos".

Fazer um amigo é um dom. Ter um amigo é uma graça. Conservar um amigo é uma bênção!

(Extraído e adaptado. Autor desconhecido)

domingo, 4 de janeiro de 2004

O CRENTE E SUA BÍBLIA

ANO LXI - Domingo, 04 de janeiro de 2004 - No 3036

O CRENTE E SUA BÍBLIA

Um velho pastor travou o seguinte diálogo com uma criança no corredor da igreja:

- Então, você tem freqüentado a Escola Dominical?
- Sim, não falto um domingo.
- Muito bem, e você já conhece bem a sua Bíblia?
- Ah, sim senhor.
- Será que você é capaz de me dizer o que tem na sua Bíblia?
- Ah, sim. Eu sei de tudinho que ela tem.
- É mesmo? Então me conte o que ela tem.
- Tem uma fotografia de meu irmão na escola; tem uma receita de bolo de cenoura da minha mãe; tem um cachinho do meu cabelo, de quanto eu era um bebê; tem um cartão de aniversário que o papai me deu e uma porção de adesivos coloridos.

E o velho pastor concluiu: É, há muita gente grande cujo conhecimento da Bíblia não é muito diferente!

Que pena, pois através da Bíblia aprendemos que:
  1. Deus é santo - Ap 4.8
  2. Todos os homens são pecadores - Rm 3.23
  3. Deus perdoa os nossos pecados - Is 55.7
  4. Há um só Deus e um só mediador entre Deus e nós - I Tm 2.5
  5. Esse mediador é Mestre e Senhor - Jo 13.13
  6. Ele, o Mediador, tornou-se uma porta aberta para o Céu - Jo 10.9
  7. Nele, o Mediador, repousa a nossa esperança - I Ts 1.3
  8. Deus deseja que todos os homens sejam salvos - I Tm 2.3,4
  9. Há segurança de salvação - Jo 5.24
  10. Ele preparou lugar para nós e virá nos buscar - Jo 14.2,3
A Bíblia ensina muitas outras verdades. Leia a sua Bíblia e você as conhecerá.

(Extraído e adaptado)

domingo, 2 de novembro de 2003

MORRER É LUCRO?

ANO LXI - Domingo, 02 de novembro de 2003 - No 3027

MORRER É LUCRO?

"Porquanto, para mim o viver é Cristo
e o morrer é lucro". Fp 1.21

Uma pessoa querida se foi para sempre. Tudo o que lhe pertencia - dinheiro, propriedades, família, a própria vida - tudo está perdido para ela. Será que não é de nossa perspectiva terrena que avaliamos as perdas dos nossos queridos? Em nossa aflição é difícil vermos que a morte é, toda ela, um lucro para quem morreu no Senhor.

Ainda assim a morte é perda... Durante essa perda de alguém que amamos, podemos iniciar o processo de transformar a morte em lucro, elevando os nossos olhos para Jesus.

Freqüentemente ouvimos falar da gloriosa experiência de um cristão vislumbrando o céu durante o processo de seu falecimento. Aconteceu com Estêvão. Transcendendo o apedrejamento que sofria, ele fixou os olhos no além... no seu Senhor Jesus... no céu. Como é importante erguermos os olhos para o lugar onde todas as perdas da terra se tornam em lucro!

Deus leva os seus deste lugar de pecado, tristeza e dor para o seu lugar de alegria, paz e plenitude de vida. Assim, se é tão tremendo o lucro para os que vão estar com Deus, por que nos é tão difícil libertá-los para Ele? É porque a perda é nossa. O vazio profundo e devastador que é deixado, pertence a nós. Não fomos criados para a experiência da morte. Isto é resultado da queda no Jardim do Éden. Sentimos a separação. Deus, contudo, levou embora o terror da morte fazendo dela a porta de entrada do céu.

"Onde está ó morte a tua vitória? Onde está ó morte o teu aguilhão?
Graças a Deus que nos dá a vitória
por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo". (I Co 15.55,57)

Jesus, por sua própria morte, assegurou uma vez por todas que morrer é lucro!

(Extraído e adaptado de
"Ganhando através da perda", de Evelyn Christenson)

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ARQUIVO DE ARTIGOS E PUBLICAÇÕES DA IPVM

Este arquivo contém parte da memória da IGREJA PRESBITERIANA DE VILA MARIANA publicada ao longo de vários anos em capas de boletins, encartes e outros meios, aos poucos resgatados e acessível a todos através deste blog.

SUGESTÕES DO CANTINHO CULTURAL

  • LIVRO: GOTAS DE AMOR PARA A ALMA. AUTOR: Rev. Hernandes D. Lopes. ASSUNTO: mensagens diárias para edificar sua vida, consolar-lhe o coração, fortalecer-lhe a fé. Não são textos de autoajuda, mas falam do auxílio divino.
  • LIVRO: TOQUE O MUNDO POR MEIO DA ORAÇÃO. AUTOR: Wesley L. Duewel. EDITORA: Hagnos. ASSUNTO: este livro sugere planos passo a passo para elaborar listas de oração, organizar círculos de oração e retiros de oração para os cristãos que tem a incumbência de orar pela salvação e bênçãos das pessoas.
  • LIVRO: TODO FILHO PRECISA DE UMA MÃE QUE ORA. AUTORES: Janet K. Grant e Fem Nichols. EDITORA: Hagnos. ASSUNTO: Uma mãe que ora pode ter um impacto tremendo na vida de seus filhos, este livro mostra como envolver e apoiar sua família através da oração persistente e eficaz. Você aprenderá a perseverar em oração e a usar a Bíblia para guiá-la nesta tarefa.