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domingo, 7 de agosto de 2016

MISSÕES

ANO LXXIV - Domingo, 07 de agosto de 2016 - Nº 3693

MISSÕES

O mês de agosto é, no seio da Igreja Presbiteriana do Brasil, dedicado de forma especial a missões, ou seja, alguma programação é sempre feita com foco especial nesta área da vida da Igreja. Às vezes se tem conferência missionária, busca-se trazer missionário para falar sobre o assunto, desenvolvem-se projetos de caráter missionário como viagens para campos previamente contatados, ou levantamento de oferta para tal fim. Enfim, o coração é despertado ou direcionado para o aspecto de missões pelo fato de sermos fruto de trabalho missionário.

Em 1859 chegou ao Brasil o missionário americano Ashbel Green Simonton com o propósito de proclamar o Evangelho de Cristo e estabelecer a Igreja Presbiteriana do Brasil. Deixou seu conforto e família para vir até aqui. Faleceu no Brasil poucos anos depois de sua chegada acometido pela febre amarela, já tendo perdido sua esposa por complicações no parto. Sua filha Helen sobreviveu e, mais tarde, é levada para os Estados Unidos onde viveu até seus últimos dias. Simonton deixou o exemplo e a Igreja plantada com presbitério, seminário e jornal, estímulo para todos nós até os dias de hoje como herdeiros e beneficiados por tal zelo e dedicação ao Senhor.

Neste mês teremos programações com ênfase em missões, contando com a visita de missionários, entre eles o Rev. Jânio Ciritelli (missionário na Espanha) e o Rev. Alcedir (missionário no Amazonas entre ribeirinhos e indígenas), compartilhando conosco suas experiências nos campos e desafiando-nos, como Igreja, a estarmos cada vez mais engajados neste ministério de levarmos a todos os povos a Boa Nova de Cristo, o Evangelho da Graça Redentora.

Graças a Deus por ser a IPVM uma Igreja de visão missionária e evangelizadora, plantando várias igrejas no Brasil e auxiliando a estruturação de outras fora de nosso território, fazendo com que o Reino de Deus seja expandido, obedecendo a ordem do Mestre e Senhor: “Ide e pregai”. (Mc. 16:15). Louvado seja o Senhor. Envolva-se, participe, atue. Missões é responsabilidade de cada uma de nós.

Rev. Paulo Audebert Delage

domingo, 23 de agosto de 2015

DE DOZE EM DOZE

ANO LXXIII - Domingo, 23 de agosto de 2015 - Nº 3643

DE DOZE EM DOZE

“Desde 1995, Portas Abertas acompanha o desenvolvimento espiritual e as necessidades da igreja vietnamita, Seu primeiro projeto no país foi um curso bíblico para os líderes cristãos em regiões tribais, chamado Seminário Galileia.

Trata-se de um curso itinerante ministrado em diversas regiões do país por ex-alunos. Cada turma possui, no máximo doze alunos, para não chamar atenção. As aulas acontecem de noite, em casas, e tanto alunos como professores entram de fininho no local.

Assim, doze em doze, a cada ano são treinados mais de mil cristãos tribais do Vietnã. Cada um deles, por sua vez, repassa o conteúdo que aprendeu a outros irmãos de sua igreja. Desde 1995, mais de 300 igrejas foram plantadas por ex-alunos do Sem. Galileia em todo o país.

Um desses alunos é o pastor Huu (edição de janeiro da Revista Portas Abertas). Ele se formou na primeira turma e usa o curso até hoje em sua igreja. Huu diz que o seminário ajudou sua igreja a crescer espiritualmente. “Tudo o que os membros de nossa igreja fazem está baseado no que aprenderam sobre Cristo com o Seminário. É o nosso fundamento. Meu sonho é abrir uma escola de verdade aqui, para ensinar as lições do Sem. Galileia. Não apenas uma classe, mas várias turmas estudando ao mesmo tempo”.

Atualmente, no fundo da casa de Huu há um casebre de madeira que acomoda os cultos da sua igreja e turmas do Seminário.

Ele, que já foi preso duas vezes por causa de sua fé em Cristo, sabe que é o conhecimento da Palavra – as promessas, as ordenanças e os ensinamentos de Deus – que mantém um cristão firme perante os momentos decisivos da vida, seja numa prisão, seja numa celebração de ano novo com a família.

Para Huu, isso é tão importante que ele e sua esposa têm treinado irmãos que vivem no Camboja, um país vizinho. “Eles vêm uma vez por semana para ter as aulas. O transporte é muito difícil. Alguns vêm de bicicleta, pedalam cerca de 100 km para chegar até aqui. Ore pela proteção e pela saúde deles”, pede Nguyet, esposa de Huu.

O pedido que Huu e seus irmãos fazem hoje não é pelo fim da perseguição nem pelo reconhecimento do cristianismo por parte do governo. O que desejam é uma Igreja firme em suas convicções, incapaz de ser abalada por tradições ou ameaças.

Você consegue imaginar que impacto uma igreja dessa pode ter na sociedade?

Portas Abertas

domingo, 16 de agosto de 2015

O EVANGELHO DE JESUS DE NAZARÉ

ANO LXXIII - Domingo, 16 de agosto de 2015 - Nº 3642

Nesse mês de missões teremos alguns artigos sobre o tema. O texto de hoje é do Rev. Abelardo Nogueira, que liderou uma viagem missionária ao Sergipe.

“O EVANGELHO DE JESUS DE NAZARÉ”

Voltei de uma semana de viagem ao Nordeste. Sergipe, onde temos trabalhos há muitos anos. No total, são sete congregações Presbiterianas, que nestes anos todos alcançaram muitas almas.

Porém, venho desta viagem, muito incomodado, ao ver que os conceitos do verdadeiro Evangelho, são deixados de lado, e as pessoas se preocupam apenas com uma religião que escraviza, aliena e não dá muita ou nenhuma esperança para esta vida, e muito menos dá a alegria da Igreja de Deus, que é a Igreja de partilha, de comunhão e libertação.

Observo muito as coisas, e na volta desta viagem, notei que há muitas Igrejas, mas poucas com entendimento teológico, que pregam religião da forma mais desumana possível. Conversei no sul da Bahia, com uma jovem senhora, com quatro filhos, um de cada pai diferente. Ela me relatou que foi da Assembleia de Deus, mas que saiu, porque a doutrina, segundo ela era muito rígida, que não podia usar determinadas roupas, cortar cabelo, entre outras coisas. Isto para ela era doutrina, me perguntou qual era a doutrina da minha igreja. Cheguei à conclusão que o Evangelho no Brasil, está muito longe de comemorar a fase de crescimento, muito pelo contrário, voltei preocupado em saber o quanto temos que fazer ainda no Reino e pelo Reino. A crise religiosa lá, não é de hoje, apesar de tantas Igrejas Evangélicas. O Evangelho não está sendo pregado como deveria.

A crise por aqui no Sudeste é outra. Aqui a crise passa pela inércia, acomodação, frieza, pela sofisticação teológica, por toda insensibilidade humana, por uma Igreja que se fecha, e não está nem aí para a pregação genuína que gere vida e vida em abundância em Jesus Cristo. O Evangelho no Brasil, só será efetivamente eficaz, se voltarmos às verdades comprometedoras de Jesus, em favor do sofrimento humano. A Nossa Missão, está de portas abertas, a quem queira conhecer um pouco e experimentar um outro lado do Evangelho, junto a caminhoneiros, prostitutas, comunidades carentes, e moradores de rua de São Paulo. Estamos aqui prontos para agregar quem está cansado de uma religiosidade medíocre, sem vida e sem GRAÇA. Somos imperfeitos, em tudo, mas estamos vivendo um pouco daquilo que chamam de missão, uns chamam de integral, outros sei lá do que, mas estamos tentando viver. Precisamos de pessoas que queiram dedicar alguns dias do ano, na criação de cooperativas, evangelismo, modelos de geração de renda, prevenção, entre outros desafios.

Desafios que envolvam você, que sempre esperou por uma oportunidade para viver a experiência de doação e amor. Visite nosso site e entre em contato conosco (www.nossamissao.com.br).

Rev. Abelardo Nogueira Junior

domingo, 3 de agosto de 2014

MISSÕES

ANO LXXII - Domingo, 03 de agosto de 2014 - Nº 3588

MISSÕES

O mês de agosto é, na Igreja Presbiteriana do Brasil, um mês com especial atenção e dedicação a missões. O motivo pelo qual isso ocorre é ter sido no dia 12 de agosto de 1859 a chegada, no Rio de Janeiro, do primeiro missionário presbiteriano no Brasil e fixado residência. Seu nome era Ashbell Green Simonton, que inicia suas atividades entre os falantes em inglês, mas logo começa a expandir as atividades evangelísticas para alcançar os falantes do português. Embora em 1555 os franceses tenham invadido o Brasil para implantar a França Antártica e trouxessem ministros religiosos calvinistas, mas logo foram expulsos. Em 1630, em Pernambuco, ocorre a invasão holandesa que perduraria até 1654, com implantação de aspectos protestantes calvinistas, inclusive com a criação de um presbitério. Também esta vez não houve permanência.

Assim, embora por duas vezes se houvesse tentado introduzir o Evangelho no Brasil, com a manifestação da fé protestante, é somente com Simonton que tal fato ocorreria. A expansão se verificou lenta, mas constante. Organiza-se a Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro, depois São Paulo, Brotas, São Paulo, Borda da Mata (MG) e o presbitério se forma. A Igreja Presbiteriana fincava suas raízes de permanência em solo brasileiro.

A Igreja Presbiteriana do Brasil é fruto do chamado “protestantismo de missões” e não pode, nem deve esquecer-se de tal condição, sendo uma igreja que projeta e executa missões em solo pátrio e em terras estrangeiras. 

Neste domingo iniciamos o mês de agosto com a presença do Rv. Abelardo, diretor da Nossa Missão que trabalha com plantação de igrejas em Sergipe (06), assistência social e cuidado com tais comunidades carentes (viagens missionárias), evangelização de caminhoneiros com duas bases de apoio para aconselhamento e evangelização (em Cubatão e Governador Valadares) e um trabalho com recuperação de prostitutas em Belo Horizonte, tendo já uma congregação com cerca de 20 mulheres (e filhos) resgatados deste modo de viver. Teremos, no final do mês, a presença do Rv. Mariano, nosso parceiro em campos missionários há 20 anos e integrante da Junta de Missões Nacionais, trabalhando em Garanhuns (Pernambuco) com plantação de várias igrejas.

A IPVM ajuda a manutenção de 17 campos missionários no Brasil e no exterior. Não é muito, mas é um grande esforço em fazer com que a ordem de Jesus, o Cristo, seja cumprida: “Ide e pregai o Evangelho a toda criatura ... fazendo discípulos de todas as nações...”  (Marcos 16 e Mateus 28). Graças a Deus por tal envolvimento. 

Rev. Paulo Audebert Delage

domingo, 11 de agosto de 2013

ECOS DO PARAGUAI

ANO LXXI - Domingo, 11 de agosto de 2013 - Nº 3537

ECOS DO PARAGUAI Sl 67.1-2

1-. Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe: Depois de pedir a direção de Deus, o Conselho Missionário definiu que a Viagem Missionária de 2013 seria feita de 6 a 13/07, em Santa Rita, no Paraguai, onde estão pela APMT, o Rev. Flávio, Jurema e sua filha Claudia. Foi um período de muita preparação, em oração e clamor ao Senhor, para sermos usados na Sua Obra naquele lugar, onde uma Igreja, que já havia experimentado um bom momento, agora tem somente três membros ativos, ainda que disponha de excelente estrutura. O Senhor nos abençoou nos mínimos detalhes. Contamos com irmãos da IP Butantã, inclusive seu Pastor e filhos, que foram bênção também com seus dons; houve entendimento perfeito, pela ação do fruto do Espírito em e entre todos nós. Formamos um pequeno Coral, entoamos muitos louvores, com teclado, violões e com flautas. Louvado seja Deus!


2- E faça resplandecer sobre nós o rosto: Por sua graça, Deus nos usou de forma maravilhosa. Levamos lenitivo ao sofrimento de muitas pessoas, com bem mais de 100 atendimentos médicos e dentários. Realizamos a EBF tendo no 1º dia cerca de 35 crianças; 2º, 55; 3º, 75 e no 4º, quase 100 crianças, inclusive com atividades esportivas. Fizemos devocionais todas as manhãs, conduzidas pelos jovens, alimentando-nos com a Palavra de Deus para sair às atividades de cada dia. Houve banhos e catação de piolhos em crianças índias (que vivem no lixão); banho em uma pessoa da rua que estava muito mal e muito suja. Lares foram visitados; também autoridades locais, entregando-lhes um exemplar da Bíblia em Espanhol e orando com eles em seus lugares de trabalho. O Defensor Geral para a Família atendeu ao convite e esteve no Culto de 4ª. Feira. Realizamos obras civis: troca da caixa d´água, os jovens fizeram pintura da parede externa do templo, e parte do muro. Glórias ao Senhor!

3- Para que se conheça na terra o teu caminho e, em todas as nações, a tua salvação: Mapeamos as ruas e saímos, de dois em dois, batendo de porta em porta para anunciar a Jesus, o Salvador; entregar-lhes material evangelístico. Tivemos cultos, todos os dias à noite, com número crescente de pessoas presentes, dentre aquelas que haviam sido convidadas nas ruas ou em suas casas. O Senhor usou os pregadores de cada noite e pessoas foram alcançadas, cabendo ao Espírito Santo completar a obra que o Senhor iniciou na vida deles. Irmãos afastados voltaram e, pela graça de Deus, hão de ser revivificados, para retomar o primeiro amor e assim fazer prosseguir a Obra naquela cidade. “É tão bom, Senhor, sentir esta alegria! A alegria da tua salvação, Senhor! É tão bom, ó Deus, com nossos dons te servir! E anunciar Jesus Cristo, nosso Salvador!” Ecoam em nossos corações e nos aquecem as palavras de Jesus (Lc 10.2): “A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara”.

Com gratidão ao Senhor, e à IPVM por seu espírito missionário.

Conselho Missionário.

domingo, 21 de agosto de 2011

SONS DO LAGO

ANO LXIX - Domingo, 21 de agosto de 2011 - Nº 3434

Sons do Lago

Nos dias 09 a 12 de agosto estivemos (Rev. Paulo, Pb. Petrilli, e seu filho Joca) em viagem, para visitarmos o campo missionário em que a IPVM tem parceria no interior do Amazonas, local onde nossa irmã Érika trabalha.

Foi uma viagem de profundo significado para nós. Longa, mas proveitosa. Chegamos em Manaus de madrugada e na manhã seguinte, bem cedo, saímos para o interior. Foram quatro horas de carro até Itapiranga. Lá tomamos um barco rápido e viajamos duas horas até a cidade de Urucará. Fizemos uma breve parada onde recebemos no barco um evangelista e navegamos mais uma hora até o Lago do Carará, base de atuação da Érika e Vanderley.

Trata-se de um lindo lugar com todos os atrativos da beleza natural com os braços de rios na água limpa, sem poluição, mata circundando tudo e a fauna exuberante. Claro que há aspectos menos líricos; pernilongos (carapanãs), calor e insetos. Mas, a beleza supera estes aspectos não tão inspiradores.

Ao cair da tarde de quarta-feira (chegamos às 16h00), por volta das 17h30, tivemos um abençoado culto. Entre outros privilégios vimos adolescentes nativos conduzindo cânticos, juntamente com a Érika. Cerca de vinte adultos presentes, e umas vinte crianças que puderam cantar e receber o ensino bíblico em seu nível de entendimento. Dentre os adultos tínhamos sete (dois homens e cinco mulheres) já batizados e professos, fruto do trabalho ali realizado. Outro privilégio foi termos celebrado a Ceia do Senhor pela primeira vez naquele lugar e região do Lago do Carará.

Há muitos sons no lago. O vento que sopra, os barcos que trafegam, os animais que se manifestam, as pessoas que falam e gritam. Mas, há um novo som no lago do Carará, o som do louvor ao Senhor, a Voz do Evangelho que lá se faz ouvir, a proclamação das Boas Novas, e a voz grata nos corações dos que agora conhecem a salvação e o perdão de seus pecados em Cristo Jesus. A Érika, o Vanderley e a IPVM são partícipes neste processo de fazer ouvir este novo som no Lago do Carará. Deus seja louvado.

Retornamos até Urucará, onde pregamos e celebramos a Ceia do Senhor na Ig. Prespbiteriana naquela cidade. Saímos de barco por volta de meia noite (viajamos uma hora e meia) até Itapiranga, pegamos o carro e fomos a Itacoatiara (uma hora e meia de carro), onde chegamos às três da manhã. Às seis da manhã pegamos um barco hospitalar (da Igreja Presbiteriana de Manaus) e navegamos por 17 horas até chegarmos a Manaus. Petrilli e Joca voltaram na madrugada de sexta para sábado. Eu fiquei e falei no sábado, pela manhã e à tarde, a pastores e professores do seminário e no domingo preguei no culto matutino e vespertino da I. P. de Manaus. Louvado seja Deus.

Rev. Paulo Audebert Delage


Artigos relacionados: "A DEUS" , MINHA MENINA

domingo, 3 de julho de 2011

EVANGELISMO E MISSÕES

ANO LXIX - Domingo, 03 de julho de 2011 - Nº 3427

Evangelismo e Missões

O mês de julho chegou e com ele algumas atividades na IPVM se fazem notórias.

Nesta semana tem início a nossa temporada de inverno em nosso belo e abençoado Recanto. Serão três semanas de evangelismo intenso, alcançando crianças e adolescentes. Evangelismo realizado por nossos jovens que atuam como conselheiros e equipantes, levando os que estão sob seus cuidados à comunhão com o Senhor. Preletores estarão mobilizados para exporem o plano de salvação a todos que ali estiverem, com base em João 3.16, para que possam tomar uma decisão em relação a Cristo e à salvação por Ele oferecida sem distinções. Esperamos alcançar cerca de 250 crianças e adolescentes neste trabalho de evangelização.

Na sexta-feira passada uma equipe de 18 irmãos da IPVM se deslocou para o Mato Grosso do Sul, na aldeia de Porto Lindo, para mais uma viagem missionária. São voluntários e voluntárias que prestarão serviço missionário e de evangelização junto à população indígena daquela aldeia (cerca de 6 mil índios), onde já temos uma igreja estabelecida e até forte, mas que tem grande carência do Evangelho redentor de Cristo. É a mobilização da IPVM em cumprir a ordem de fazer missões e evangelizar. Cada participante arcará com suas despesas de viagem. Serão prestados serviços odontológicos, médicos, didáticos e pedagógicos, além de fornecimento de agasalho, calçado e medicamentos. A missão é completa, ou seja, não só pregação, mas manifestação de apoio, suporte e socorro físicos necessários naquela área que é tão carente.

É a IPVM em ação, em evangelização e em missão. Louvado seja o Senhor por isto, pois esta é uma igreja viva e ativa, chamando pecadores ao arrependimento e à salvação. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça; quem tem olhos para ver, veja.

E você? Participe em oração a favor destes irmãos e irmãs envolvidos nestas atividades. Contribua e se envolva para que esta Obra continue sendo feita e cresça, para louvor do Senhor.

Rev. Paulo Audebert Delage

domingo, 20 de fevereiro de 2011

MISSÕES

ANO LXVIII - Domingo, 20 de fevereiro de 2011 - Nº 3408

Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mateus 28:19).

Depois de haver instruído seus discípulos durante Seu ministério terreno, o Senhor Jesus estabeleceu a Grande Comissão, dando-lhes a ordem: ide por todas as nações pregando o Evangelho da Salvação. Esta é a razão primeira para a prática do evangelismo e missões. A palavra MISSÃO, tem sua raiz no latim, cujo sentido é ENVIAR. Em sua oração sacerdotal dirigida a Seu Pai, Jesus enfatiza o envio ao dizer: “Assim como Tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo” ( João, 17:18).

Todos aqueles que são eleitos de Deus, redimidos pelo Senhor Jesus Cristo e convencidos pelo Espírito Santo são enviados para fazer missões, ou seja, transmitir aos pecadores e mensagem de salvação eterna em Cristo Jesus. Todo cristão genuíno é um missionário, enviado ao mundo para dar testemunho de Cristo e alcançar os perdidos onde estejam, conduzindo-os ao Salvador. A Igreja de Jesus é, em sua natureza, missionária, tendo surgido sob mandamento de seu Fundador, que determinou: “Ide por todo mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Marcos, 16:15). Deste modo, estamos na condição de enviados e devemos obedecer a Quem nos está enviando; o Senhor da Igreja. A Igreja tem a tarefa de encontrar as ovelhas, reuni-las e discipulá-las. No cumprimento deste ministério existem várias “frentes de serviço” nas quais os membros da Igreja podem e devem atuar.

Há uma expressão comum no universo das missões cristãs, que diz: “Deus tinha um único Filho e fez dEle um missionário”. O missionário entre os chineses, Hudson Taylor, afirma que “missão se faz com os pés dos que vão, com as mãos dos que doam e com os joelhos dos que oram”. Assim, você pode e deve fazer missões. Faça de sua casa, de sua vizinhança, de seu trabalho ou de sua escola um campo missionário, pregando e vivendo a mensagem salvadora do Evangelho de Jesus Cristo. Seja, não apenas membro de uma igreja, mas missionário, cumprindo a ordem de nosso Senhor.

Pb. Luiz Petrilli. Relator do Conselho Missionário da IPVM

domingo, 6 de agosto de 2006

MINHA MENINA

ANO LXIV - Domingo, 06 de agosto de 2006 - No 3171

MINHA MENINA

É um pedaço de mim que se vai.
O coração fica apertado.
É uma lágrima fixa que teima em cair
Dos olhos tristes deste velho pai.
Olho para Deus e pergunto:
Por que?
O silêncio da resposta é duro.
Sou muito pequeno para perscrutar os desígnios de Deus.
Mas confio.
Tenho fé.
E creio que um dia Ele me responderá.
Até lá, carregarei esta saudade,
Cultivarei este silêncio
E buscarei ver,
Em cada canto da noite,
A minha menina,
Meigamente sentada
No primeiro degrau
Do meu frágil coração.

Poesia escrita pelo Dr. Antônio Wilber Bezerra, pai da Miss. Érika, quando ela se mudou para Anápolis/GO, para sua preparação missionária, em janeiro de 99.

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domingo, 23 de abril de 2006

A DEUS

ANO LXIII - Domingo, 23 de abril de 2006 - No 3156

"A DEUS"

Antônio Wilber Bezerra


Mais uma vez, tenho que lhe dizer "a Deus".
Mas desta vez irei com você.
Para ouvir o farfalhar da bananeira,
Para sentir o cingrar da canoa na corredeira,
Para contemplar o por do sol.

Mas seu eu ficar, lembre-se:
Ao ouvir o canto da guariba,
Pense em mim.
Quando a mata escura escurecer;
Pense em mim.
Quando tudo parecer nada;
Pense em mim.
E quando eu parar de pensar,
Pense em mim.
Porque onde eu estiver,
Estarei com Deus,
Pensando em você.

Poesia escrita pelo Dr. Antônio Wilber, pai de nossa Missionária Érika, por ocasião de sua partida para o campo missionário no Amazonas.

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domingo, 28 de agosto de 2005

MISSÕES MORAVIANAS

ANO LXIII - Domingo, 28 de agosto de 2005 - No 3122

MISSÕES MORAVIANAS

Dois jovens morávios tinham ouvido falar de uma ilha das Índias Ocidentais onde um latifundiário, um inglês ateu, possuía entre dois e três mil escravos. E esse homem dissera: "Nessa ilha não pode entrar nenhum pregador ou sacerdote. Se algum deles chegar aqui, por naufrágio, que fique numa casa separada até que possa sair daqui. Mas não pode falar a nenhum de nós a respeito de Deus. Não quero nunca mais saber dessas tolices."

Imaginem, três mil escravos trazidos das selvas africanas para uma ilha do Atlântico, para ali viverem e morrerem, sem nunca ouvirem falar de Cristo! Os dois jovens morávios ouviram falar sobre isso. Então, eles se venderam àquele inglês e usaram o dinheiro (o mesmo valor que ele pagaria por qualquer outro escravo) para comprar a passagem e viajarem até à ilha. O inglês não oferecia sequer a condução.

Quando o navio estava para zarpar do porto de Hamburgo e adentrar o Mar do Norte, alguns morávios foram ao porto para despedir-se dos rapazes. Ambos tinham pouco mais de vinte anos de idade e nunca mais voltariam, visto que não estavam embarcando para um trabalho regular de quatro anos. Os rapazes haviam se vendido como escravos por toda a vida, para que, na condição de escravos, testemunhassem sobre Cristo aos outros escravos. Os familiares dos rapazes choravam, pois sabiam que nunca mais os veriam. Alguns crentes morávios tinham dúvidas a respeito daquela atitude dos rapazes, considerando-a insensata. E, quando o navio se afastava, e os jovens perceberam a distância que os separava, aumentando cada vez mais, um deles, passando o braço pelo do seu companheiro, ergueu a outra mão e gritou-lhes: "Que o Cordeiro receba a recompensa de seus sofrimentos." Essas foram as últimas palavras que ouviram deles. E tais palavras se tornaram o cerne e o lema das missões moravianas.

Extraído de "Fé para Hoje", no 10, ano 2001, p. 32.

domingo, 7 de agosto de 2005

MISSÕES

ANO LXIII - Domingo, 07 de agosto de 2005 - No 3119

M I S S Õ E S

No dia 14 de outubro de 1855, no Seminário Teológico de Princenton, SIMONTON ouviu um sermão do Dr. Hodge, que o despertou para missões. O raciocínio que o Espírito Santo operou no coração do jovem Simonton foi: "SE HÁ TANTOS QUE PREFEREM FICAR NÃO SERÁ MEU DEVER PARTIR"? Em 12 de agosto de 1859, chegava ele ao Brasil, atendendo à ordem: "A todas as nações"!

No dia 12 de agosto de 1859, sexta-feira, às 9 horas e 30 minutos, Simonton desembarcava na Baía da Guanabara.

Veio no firme propósito de falar de Cristo ao povo brasileiro. Segundo o seu diário, o jovem de barba nazarena, vai para a casa de um comerciante chamado Wright, a quem ele trouxera uma apresentação. Na primeira refeição em solo brasileiro, a família do Cônsul Scott, estava à mesa.

O primeiro missionário presbiteriano acabava de pisar em terras brasileiras. Que trabalho fantástico Deus iria realizar através deste jovem que aqui chegava com apenas 26 anos de idade. Num curtíssimo espaço de tempo, apenas oito anos, no trabalho missionário, organizou o 1º Presbitério (Rio de Janeiro), um Seminário, Três Igrejas Presbiterianas e o 1º Jornal Evangélico do País. Cinco pastores foram ordenados!! Ainda como resultado o ex-padre José Manoel da Conceição tornou-se o primeiro pastor presbiteriano de nacionalidade brasileira. Conceição fez sua solene profissão de fé evangélica em 23 de outubro de 1864, com 42 anos de idade.

Sejamos gratos àqueles irmãos americanos que talvez com grande dificuldade, em 1859, disseram: "Vá ao Brasil que nós o sustentaremos"! O resultado é que hoje estamos aqui. Lembremo-nos que a situação atual é a mesma. Ainda há milhões que nunca ouviram falar de Cristo!!

Louvamos a Deus pela brilhante obra missionária do jovem Ashbel Green Simonton.

Amados: "Missões se faz com os pés dos que vão, com as mãos dos que doam, e com os joelhos dos que oram".

Rev. Rubens

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ARQUIVO DE ARTIGOS E PUBLICAÇÕES DA IPVM

Este arquivo contém parte da memória da IGREJA PRESBITERIANA DE VILA MARIANA publicada ao longo de vários anos em capas de boletins, encartes e outros meios, aos poucos resgatados e acessível a todos através deste blog.

SUGESTÕES DO CANTINHO CULTURAL

  • LIVRO: GOTAS DE AMOR PARA A ALMA. AUTOR: Rev. Hernandes D. Lopes. ASSUNTO: mensagens diárias para edificar sua vida, consolar-lhe o coração, fortalecer-lhe a fé. Não são textos de autoajuda, mas falam do auxílio divino.
  • LIVRO: TOQUE O MUNDO POR MEIO DA ORAÇÃO. AUTOR: Wesley L. Duewel. EDITORA: Hagnos. ASSUNTO: este livro sugere planos passo a passo para elaborar listas de oração, organizar círculos de oração e retiros de oração para os cristãos que tem a incumbência de orar pela salvação e bênçãos das pessoas.
  • LIVRO: TODO FILHO PRECISA DE UMA MÃE QUE ORA. AUTORES: Janet K. Grant e Fem Nichols. EDITORA: Hagnos. ASSUNTO: Uma mãe que ora pode ter um impacto tremendo na vida de seus filhos, este livro mostra como envolver e apoiar sua família através da oração persistente e eficaz. Você aprenderá a perseverar em oração e a usar a Bíblia para guiá-la nesta tarefa.