PESQUISAR ESTE BLOG

Mostrando postagens com marcador Extraido. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Extraido. Mostrar todas as postagens

domingo, 21 de abril de 2019

DEZ RESULTADOS DA RESSURREIÇÃO

ANO LXXVI - Domingo, 21 de abril de 2019 - Nº 3834

Dez resultados da ressurreição

1) Um Salvador que nunca mais morrerá.
“Sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre” (Romanos 6.9).

2) Arrependimento.
“O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-o num madeiro. Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento” (Atos 5.30-31).

3) Novo nascimento.
“Segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (1 Pedro 1.3).

4) Perdão do pecado.
“E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados” (1 Coríntios 15.17).

5) O Espírito Santo.
“A este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas. Exaltado, pois, à destra de Deus, tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vedes e ouvis” (Atos 2.32-33).

6) Nenhuma condenação para os eleitos.
“Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu — ou, antes, quem ressuscitou —, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós” (Romanos 8.34).

7) A comunhão e proteção pessoal de Jesus.
“E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mateus 28.20).

8) Evidência do juízo futuro.
“[Deus] estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos” (Atos 17.31).

9) Salvação da ira vindoura de Deus.
“[Nós] aguardamos dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura” (1 Tessalonicenses 1.10; Romanos 5.9).

10) Nossa própria ressurreição dentre os mortos.
“[Nós sabemos] que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos ressuscitará com Jesus e nos apresentará convosco” (2 Coríntios 4.14; Romanos 6.4; 8.11; 1 Coríntios 6.14; 15.20).

Extraído do site desiringgod.org

domingo, 21 de outubro de 2018

CRISTÃOS NA INDONÉSIA

ANO LXXVI - Domingo, 21 de outubro de 2018 - Nº 3808

CRISTÃOS NA INDONÉSIA

Aproveitando a presença de nosso missionário que atua na Indonésia, seguem algumas informações básicas sobre aquele país. Temos lá uma Universidade Reformada (com Faculdade de Medicina, Engenharia, Direito, Pedagogia e outras) com 16 mil alunos e com firmeza de linha teológica reformada. O texto a seguir relata alguns aspectos e mostra a presença cristã, o crescimento, mas as dificuldades.

“Com cerca de 240 milhões de habitantes, a Indonésia é dominada pela religião islâmica. É conhecido como o maior país muçulmano do mundo, e não à toa, afinal 86% da população segue a religião islâmica.

Nos anos que seguiram a sua independência, em 1945, a Indonésia se tornou conhecida como um modelo de democracia em um país muçulmano e era frequentemente apontado como um exemplo de tolerância em um país étnica e religiosamente diversificado.

Apenas 10% da população da Indonésia é cristã, de acordo com dados do censo de 2000, mas atualmente o número beira os 20%, sendo que um terço deles são católicos.

Apesar de a Constituição garantir a liberdade religiosa e haver até permissão para construção de igrejas e cursos cristãos no currículo, há um claro favorecimento aos muçulmanos.

Na posição de país com a maior população islâmica do mundo, as autoridades se veem obrigadas a atender aos desejos das entidades e líderes islâmicos. Alguns desses líderes usam de meios legais para oprimir a Igreja. Isso fez com que várias congregações fossem fechadas.

Há sete anos, as autoridades indonésias têm documentado a destruição de 200 igrejas, muitas delas incendiadas por radicais islâmicos. Reconstruir as igrejas também é praticamente impossível, porque os líderes locais impedem esse processo legalmente.

Ore pela Indonésia!”

Extraído do site cristão guiame.com.br

domingo, 14 de outubro de 2018

INVERSÕES

ANO LXXVI - Domingo, 14 de outubro de 2018 - Nº 3807

INVERSÕES

Nossos dias são bastante complicados e vemos uma inquietação em relação aos filhos (pais mais jovens) e quanto aos netos (os avós) com o que se tem visto em nosso meio social, a que tenho chamado de inversões. Nesse sentido recebi de uma de minhas filhas um texto atribuído ao Padre Gabriel Vila Verde, texto que transcreverei a seguir por expressar o sentimento da maioria dos cristãos no Brasil em relação a tais inversões:

“Vivemos numa época onde querem que os padres se casem e que os casados se divorciem. Querem que os héteros tenham relacionamentos líquidos e sem compromisso, mas que os gays se casem na Igreja. Que as mulheres tenham corpos masculinizados e se vistam como homens e assumam papéis masculinos. Querem que os homens se tornem ‘frágeis’ e delicados e com trejeitos, como se fossem mulheres. Uma criança com apenas cinco ou seis de vida já tem o direito de decidir se será homem ou mulher pelo resto da vida, mas um menor de dezoito anos não pode responder pelos seus crimes. Não há vagas para os doentes nos hospitais, mas há o incentivo e o patrocínio do SUS para quem quer fazer mudança de sexo. Há acompanhamento psicológico gratuito para quem deseja deixar a heterossexualidade e viver a homossexualidade, mas não existe nenhum apoio deste mesmo SUS para quem deseja sair da homossexualidade e viver a sua heterossexualidade e se o tentarem fazer, é crime. Ser a favor da família e religião é ditadura, mas urinar em cima dos crucifixos é liberdade de expressão. Isso é doença mental, uma esquizofrenia social, bem pior do que a síndrome que eu passei.”

O texto acima expressa muita verdade e parece bem próximo do que já ouvi outro padre (Fábio de Melo) falar sobre o assunto, no qual aponta as situações de inversões dentro do contexto em que estamos vivendo, onde “o certo é chamado errado, e o errado chamado certo”. Argumenta-se de que “certo e errado” depende apenas de sua posição ou modo de ver. No entanto, na maneira cristã de ver o mundo (cosmovisão), ou seja, na forma de se conceber as realidades circundantes a nós temos o referencial de nossos livros sagrados (Bíblia), pelos quais pautamos nosso viver e nossa conduta. Não podemos impor aos outros que façam o mesmo, mas temos o direito de nos opor aos que, de forma acintosa e desrespeitosa, são partidários da inversão posta em nosso meio, depreciando valores cristãos e tentando criminalizar os que querem propagá-los, mantê-los e vivenciá-los. Sendo o texto escrito ou não pelo Padre Fábio, minha posição, como pastor e cristão, é de concordância com o exposto, e minha postura será de combate a essa enxurrada de inversões que tem inundado nossa sociedade. É tempo de nos levantarmos e dizer: Basta.

Rev. Paulo Audebert Delage

domingo, 10 de dezembro de 2017

HISTÓRIA DO DIA DA BÍBLIA

ANO LXXV - Domingo, 10 de dezembro de 2017 - Nº 3763

HISTÓRIA DO DIA DA BÍBLIA

“Celebrado no segundo domingo de dezembro, o Dia da Bíblia foi criado em 1549, na Grã-Bretanha pelo Bispo Cranmer, que incluiu a data no livro de orações do Rei Eduardo VI. O Dia da Bíblia é um dia especial, e foi criado para que a população intercedesse em favor da leitura da Bíblia. No Brasil a data começou a ser celebrada em 1850, quando chegaram da Europa e EUA os primeiros missionários evangélicos. Porém, a primeira manifestação pública aconteceu quando foi fundada a Sociedade Bíblica do Brasil, em 1948, no Monumento do Ipiranga- São Paulo (SP).

E, graças ao trabalho de divulgação das Escrituras Sagradas, desempenhado pela entidade, o Dia da Bíblia passou a ser comemorado não só no segundo domingo de dezembro, mas também ao longo de toda a semana que antecede a data. Desde dezembro de 2001, essa comemoração tão especial passou a integrar o calendário oficial do país, graças à Lei Federal 10.335, que instituiu a celebração do Dia da Bíblia em todo o território nacional.

Hoje, as celebrações se intensificaram e diversificaram. Realização de cultos, carreatas, shows, maratonas de leitura bíblica, exposições bíblicas, construção de monumentos à Bíblia e distribuição maciça das Escrituras são algumas das formas que os cristãos encontraram de agradecer a Deus esse alimento para a vida. (Extraído do site da SBB)”.

Nesse dia dedicado a nosso Livro Sagrado devemos nos lembrar de seu valor e importância para estrutura de nossa fé, tendo-o não apenas como adorno em móveis de nossas casas, mas presente em nosso coração, instruindo-nos acerca da vontade do Senhor e nos dirigindo quanto aos valores eternos do Reino de Deus, nosso Pai. Leiamos, estudemos e vivamos as Palavras do Santo Livro, a Bíblia Sagrada. O Cristianismo Protestante foi e deve continuar sendo conhecido como “a Religião do Livro” para o louvor da glória de Deus.

Rev. Paulo Audebert Delage

domingo, 29 de novembro de 2015

A PAZ DE CRISTO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS

ANO LXXIII - Domingo, 29 de novembro de 2015 - Nº 3657

A PAZ DE CRISTO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS

As pessoas com algum tipo de deficiência formam um dos maiores grupos minoritários do mundo, com uma estimativa que excede os 600 milhões. A maioria delas vive nos países menos desenvolvidos e são as mais pobres entre as mais pobres. Apesar de a deficiência física ou mental fazer parte da sua experiência diária, a maioria é incapacitada por atitudes sociais, por injustiça ou pela falta de acesso a recursos. Servir às pessoas com deficiência não se limita a oferecer atendimento médico ou serviço social; envolve lutar ao seu lado, ao lado dos que lhe prestam cuidados e ao lado de suas famílias, por inclusão e igualdade, tanto na sociedade como na igreja. Deus nos chama para a justiça, a amizade, o respeito e o amor mútuos.

a) Vamos nos erguer como cristãos em todo o mundo para rejeitar estereótipos culturais, pois, como comentou o apóstolo Paulo, a ninguém mais consideremos do ponto de vista humano. Feitos à imagem de Deus, todos nós temos dons que Deus pode usar no seu serviço. Nós nos comprometemos a ministrar às pessoas com deficiências, e receber delas a ministração que elas têm para dar.

b) Nós incentivamos igrejas e líderes de missões a pensar não apenas em missões entre aqueles com deficiências, mas a reconhecer, afirmar e facilitar o chamado missionário de cristãos que possuam deficiências, como parte do Corpo de Cristo.

c) Nós nos entristecemos, pois tantas pessoas com deficiência ouvem que sua deficiência é resultante de pecado pessoal, falta de fé ou de relutância para ser curado. Nós negamos que a Bíblia ensine isso como uma verdade universal. Tal falso ensinamento é pastoralmente insensível e espiritualmente incapacitante; acrescenta o peso de culpa e de esperanças frustradas a outras barreiras que as pessoas com deficiência enfrentam.

d) Nós nos comprometemos a fazer das nossas igrejas locais de inclusão e igualdade para pessoas com deficiência e nos posicionar ao lado delas resistindo ao preconceito e advogando pelas suas necessidades na sociedade em geral.

Terceiro Congresso de Lausanne sobre Evangelização Mundial

domingo, 27 de setembro de 2015

PROFETA ELIAS E A VIÚVA

ANO LXXIII - Domingo, 27 de setembro de 2015 - Nº 3648

PROFETA ELIAS E A VIÚVA

Um dia veio ter à nossa igreja uma senhora bastante idosa humildemente vestida. Cercada de pessoas bem trajadas ela estava ali para entregar sua pequenina oferta. Talvez fosse o caso de dizer-lhe: “Minha senhora, acho que a senhora precisa muito mais desse dinheiro do que a igreja. Por que não fica com ele?” Mas não disse nada disso porque, como o profeta Elias, sei de certas coisas que muita gente não sabe. Eis a explicação do profeta: “Elias lhe disse: Não temas; vai e faze o que disseste; mas primeiro faze dele para mim um bolo pequeno, traze-mo aqui fora; depois farás para ti mesma e para teu filho. Porque assim diz o Senhor Deus de Israel: A farinha da tua panela não se acabará e o azeite da tua botija não faltará, até o dia em que o Senhor fará chover sobre a terra”. (1 Reis 17: 13,14).

Ficou rica aquela viúva por obedecer ao profeta? Absolutamente não. Ela se tornou próspera. Durante a crise de fome provocada pela seca, quando a terra não produzia fruto, verdura ou cereal, sua panela foi a fonte inesgotável de farinha, e a botija, fonte inesgotável de azeite. Ela nunca mais passou necessidade: tornou-se próspera.

Há pessoas bastante zangadas ou decepcionadas com Deus, pois, apesar de dizimistas, nunca se tornaram ricas. Como puderam imaginar tal absurdo? Porventura garante Deus que seremos ricos ou milionários? Nunca! O que Ele promete é prosperidade, coisa bem diferente: ausência de necessidade; a provisão milagrosa de tudo quanto precisamos para viver.

(Texto do livro: Dinheiro: assunto altamente espiritual, do bispo Roberto McAlister)

domingo, 20 de setembro de 2015

A IGREJA CRESCE NO IRAQUE

ANO LXXIII - Domingo, 20 de setembro de 2015 - Nº 3647

A IGREJA CRESCE NO IRAQUE

Estes últimos anos não estão sendo fáceis para muitos iraquianos, curdos e sírios. Eles sofreram e estão sofrendo enormes perdas com a invasão e perseguição por parte do grupo radical islâmico Isis. Porém, em meio a tanto sofrimento, tivemos nossa fé renovada e a certeza de que o Senhor está no controle.

Também em detrimento das guerras, tivemos a oportunidade de servir e ajudar a mais de 500 refugiados com jantar, café da manhã, leite, água potável, remédios dos mais variados, fraldas descartáveis, tênis, meias, cobertores, ventiladores e com a construção de dois cômodos de 5x4 para uma família de refugiados curdos da Síria, que hoje servem ao Senhor. Só pudemos realizar tudo isso com o apoio dos nossos parceiros e amigos que, mui generosamente, ofertaram para essa ação solidária aos refugiados da Guerra do Iraque.

Cristãos em geral que eram apenas nominais agora estão se aproximando do Senhor de tal forma que os templos das igrejas cristãs têm sido mais frequentados. Penso que esse fenômeno nunca tenha acontecido na história dessa região.

Temos vivido um tempo de conflito e insegurança, mas também estamos encontrando portas abertas para compartilhar a Palavra de Deus e o Seu amor como nunca antes. A exemplo disso, um jovem, que estuda na escola onde A* trabalha, veio até a biblioteca e perguntou se o cristianismo aceitava pessoas vindas de outras religiões. A*, muito sabiamente, respondeu que sim, se a pessoa confessar a Jesus como Senhor e Salvador. O convidei para vir a minha casa e ele, de joelhos, confessou a Cristo Jesus como Senhor e Salvador da sua vida.

Percebemos que é justamente em meio às muitas necessidades que surgem também muitas oportunidades de servir a Deus, servindo ao nosso próximo e mostrando o amor de Deus e o Evangelho de forma prática.

Quero deixar bem claro e conscientizar a todos que todo o ministério desenvolvido aqui no Iraque o fazemos representando, obviamente, o reino de Deus, mas não podemos esquecer que estamos debaixo de uma organização que tem uma denominação, a IPB ( Igreja Presb. do Brasil). Então, entendo que, como pastor e missionário da denominação, através da APMT, o que estamos fazendo aqui consiste em sermos um braço da própria IPB que atua nessa região do mundo, testemunhando do Evangelho do Senhor Jesus Cristo.

Artigo do missionário G.C da APMT

Revista Alcance – APMT – 2º trim. 15

domingo, 30 de agosto de 2015

É DIFÍCIL VIVER POR ELE!

ANO LXXIII - Domingo, 30 de agosto de 2015 - Nº 3644

É DIFÍCIL VIVER POR ELE!

“Se o mundo quer nos chamar de tolos, e nos perseguir, que o faça. É apenas por um pouco. O dia da coroação está chegando. Graças a Deus pelo privilégio que temos de confessar a Cristo!”, Dwight Lyman Moody (1837-1899)

Jesus era a última pessoa que interessava a Sundar Singh, um adolescente indiano, em pleno século 20. Afinal, Jesus era o “deus estrangeiro” dos professores cristãos de sua escola. Sundar era sique (religião que mescla islamismo e hinduísmo) e rasgara parte de uma Bíblia para protestar.

Uma noite, enquanto rezava do seu jeito, ele percebeu uma luz brilhante dentro do seu quarto. Ele olhou pela janela para ver de onde vinha aquela luz. Foi nesse instante que Sundar teve um encontro muito especial com Jesus.

Ao compartilhar o ocorrido com sua família, o rapaz foi expulso de casa apenas com a roupa do corpo e um par de sandálias. Incompreendido por aqueles a quem amava, agora, ele também era perseguido pela comunidade e recusado aonde quer que fosse.

Sundar continuou a ler a Palavra de Deus. Isso lhe deu forças para não desanimar durante aqueles dias tão difíceis. Um mês depois de ser batizado, em 1905, o jovem fez a seguinte oração: “Senhor, ajuda-me a viver de modo digno de ser chamado discípulo de Cristo”. Ele, então, doou seus poucos pertences, vestiu uma túnica e saiu para evangelizar.

O jovem cristão ficou conhecido como o “apóstolo dos pés que sangram”, pois as solas de seus pés ficavam cheias de bolhas de tanto caminhar. Em toda a sua vida, ele dependeu totalmente de Deus. Suas necessidades foram supridas pela família da fé.

Sundar Singh foi o primeiro missionário que atravessou as montanhas do Himalaia para levar o evangelho ao Nepal e Tibet. Aos 36 anos, fez sua última viagem para as montanhas e nunca mais voltou. Em seu diário, estava escrito: “è fácil morrer por Cristo, mas é difícil viver por Ele”.

Paul Estabrooks
Trecho do livro “Permanecendo firme através da tempestade”

domingo, 12 de julho de 2015

COM AMOR, DO IRÃ

ANO LXXIII - Domingo, 12 de julho de 2015 - Nº 3637

COM AMOR, DO IRÃ

Em 2010, o pastor Behnam Irani foi detido por causa das suas atividades cristãs, e condenado a 6 anos de prisão. Ele enviou uma carta para a Missão Portas Abertas, publicada a seguir.

“Aqui é o pastor Behnam, do Irã”. Estou cumprindo minha pena de seis anos de prisão por causa de minha fé em Jesus Cristo, e por pregar sobre o Reino de Deus. È um grande privilégio com minha amada família em Jesus. Muitos companheiros de cela na prisão me perguntam por que estou pagando um preço tão alto por crer em Jesus Cristo. Eles querem saber por que eu não nego minha fé e volto para minha esposa e meus filhos. Então pergunto a mim mesmo qual foi o preço pago pelo Senhor a fim de me salvar e me transportar do reino das trevas para o reino da luz. A morte de Jesus Cristo na cruz, o sangue do Cordeiro de Deus! Sim, esse foi um alto preço. Assim, eu também sou capaz de preferir a prisão à liberdade. Decidir manter minha fé em nosso Senhor e continuar preso. Jesus disse: “Se você amar sua vida mais do que a mim, você não merece se meu discípulo”. (Mt10. 35)

Essas são as palavras do seu irmão Behnam, que tem passado por extrema pressão, e que já está preso há tantos anos. Quero encorajar você a compreender o valor da sua fé. Temos recebido a salvação de graça, mas lembre-se: ela não foi gratuita. Deus pagou por ela. Ele sacrificou seu amado Filho, Jesus Cristo. Lembre-se que há apenas um caminho para Deus, e Jesus nos falou dele: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai a não ser por mim”. (Jo 14.06)

Conceda a Jesus acesso a todas as áreas da sua vida, e permita que Ele seja o Senhor de seu coração. Tente se tornar parecido com o Filho de Deus, Cristo Jesus, pensando e agindo com ele.

“Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim”. (Gl 2.20)

Que Deus abençoe você. Amém.
Pastor Behnam Irani"
Extraído da Revista Portas Abertas Ano 33 nº 2

domingo, 24 de novembro de 2013

SEM-COMPROMISSO

ANO LXXI - Domingo 24 de novembro de 2013 - Nº 3552

SEM-COMPROMISSO

Os sem-compromisso são aqueles que não assumem responsabilidade alguma com Deus, com a família, com a igreja e com a sociedade. Estão sempre em cima do muro. Não prometem crer, não prometem fazer coisa alguma em favor do reino de Deus, não prometem nada que esteja além de seus interesses, não prometem mudança de comportamento, não prometem sequer mover um dedo da mão, se isso implica em algum sacrifício. São os que ouvem a Palavra, mas não reagem, não se levantam, não se deixam levar por ela, não se comprometem com a boa nova. São apenas ouvintes, são apenas espectadores.

Os sem-compromisso nunca assinam um papel, nunca fazem uma declaração, nunca levantam a mão em sinal de assentimento, nunca se juntam aos decididos, nunca se põe a caminho em direção a Deus. Eles nunca se casam, nunca se batizam, nunca juram fidelidade a ninguém, nunca empenham sua palavra, nunca conjugam o verbo resolver na primeira pessoa do singular. 

Artigo extraído do livro “Dicionário dos desprovidos, dos sem-alegria aos sem-vontade” de Elben M. Lenz César

domingo, 24 de julho de 2011

APEC DO BRASIL

ANO LXIX - Domingo, 24 de julho de 2011 - Nº 3430

APEC DO BRASIL

Há mais de 50 milhões de crianças no Brasil, segundo o censo. O desafio de alcançar com o Evangelho todas as crianças brasileiras é imenso. Como fazer isso? Coopere com a ÁPEC. Seja um parceiro na divulgação de suas atividades. Participe com sua intercessão contínua em favor do trabalho, dos obreiros e das crianças. Invista também com suas ofertas.

Nos variados ministérios realizados com crianças, pelos obreiros da APEC, voluntários, alunos e ex- alunos dos cursos, cujos relatórios nos foram enviados, chegamos ao significativo total de 944.588 crianças alcançadas com a mensagem do Evangelho e, destas, 244.395 manifestaram sua fé em Jesus como seu Salvador e foram aconselhadas sobre como ter certeza de sua salvação, conforme a Palavra de Deus assegura.

Para o ano de 2011, ano em que APEC do Brasil comemora seus 70 anos, o alvo proposto é chegar a alcançar 1 milhão e 200 mil crianças. Louve ao Senhor conosco, por tudo que Deus permitiu que fosse realizado em 2010, e ajude a APEC a chegar mais longe e a alcançar um maior número de crianças, para a glória de Deus.

Ministérios realizados com as crianças
  1. Clube de Boas Novas
  2. Clube de 5 dias
  3. Classe nas Escolas
  4. Classe em datas especiais
  5. Evangelismo pessoal ao ar livre
  6. Encontro de crianças
  7. Feiras e Exposições
  8. Acampamentos e retiros
  9. Campanhas evangelísticas
  10. Conferências missionárias para crianças
  11. Cursos por correspondência
  12. Escola Bíblica de Férias - EBF
  13. Mensagens em hospitais e orfanatos
  14. Programas especiais em igrejas
  15. Programas especiais nas escolas
  16. Programa da Kombi Boas Novas
  17. Projetos Nacionais
  18. TOTAIS
Número
  1. 1.865
  2. 1.999
  3. 5.551
  4. 673
  5. 2.783
  6. 623
  7. 16
  8. 146
  9. 312
  10. 101
  11. 2
  12. 1.347
  13. 109
  14. 2.224
  15. 913
  16. 6
  17. 281
  18. 19.106
Crianças alcançadas
  1. 67.189
  2. 92.025
  3. 201.941
  4. 26.436
  5. 17.319
  6. 48.948
  7. 8.747
  8. 6.426
  9. 27.184
  10. 12.814
  11. 24.948
  12. 130.914
  13. 3.992
  14. 123.079
  15. 102.771
  16. 423
  17. 49.432
  18. 944.588
Crianças aconselhadas para salvação
  1. 16.262
  2. 35.596
  3. 51.809
  4. 6.303
  5. 9.729
  6. 10.365
  7. 1.047
  8. 1.159
  9. 8.956
  10. 1.638
  11. 3.818
  12. 29.661
  13. 995
  14. 28.126
  15. 30.452
  16. 90
  17. 12.389
  18. 244.395
Artigo extraído da revista O Evangelista de Crianças - jul-set/2011

Rev. Gilberto Celeti (Superintendente Nacional da APEC no Brasil)

domingo, 8 de agosto de 2010

AS BEM-AVENTURANÇAS PATERNAS

ANO LXVIII - Domingo, 08 de agosto de 2010 - Nº 3380

AS BEM - AVENTURANÇAS PATERNAS

No transcurso do Dia dos Pais, a nossa homenagem.

Bem-aventurados os pais humildes de espírito, porque não provocarão seus filhos à ira. Efésios 6:4

Bem-aventurados os pais que choram (e intercedem) pela salvação de seus filhos, porque serão consolados com a decisão deles. Mateus 18:14

Bem-aventurados os que disciplinam com mansidão, porque herdarão filhos obedientes. Provérbios 13:24

Bem-aventurados os pais misericordiosos, porque compreenderão o fracasso dos filhos e os ajudarão a levantar. Gálatas 6:1-4

Bem-aventurados os limpos de coração porque ensinarão os filhos com o próprio exemplo. Efésios 5:2

Bem-aventurados os pacificadores, porque não terão filhos desunidos como Jacó.

Bem-aventurados sois quando, por causa da justiça, proibirdes os filhos de andarem com más companhias, frequentarem ambientes que estimulam o uso de drogas, fumo, álcool e a permissividade sexual, como fazem os seus amiguinhos. Salmos 1:1

Bem-aventurados sois quando por minha causa e por amor a mim, cuidardes bem da minha herança (Salmos 127:3) - os filhos – pois assim fizeram os pais crentes que viveram antes de vós.

Rev. Antônio Paulo de Oliveira

(Publicado em o Evangelista de Crianças. Ano XXXII, nº 124)

domingo, 13 de janeiro de 2008

POR QUE IR À IGREJA?

ANO LXV - Domingo, 13 de Janeiro de 2008 - Nº 3246

Por que ir à Igreja? ("Voice of the pew 1/9/2006) – A voz do banco

Pr. Bill Fawcet
Trad. Oswaldo Profeta

Certo freqüentador de igreja escreveu uma carta a um jornal, dizendo não fazer sentido ir à igreja todos os domingos. "Durante trinta anos, diz, tenho ido à igreja. Já ouvi cerca de três mil sermões e não me lembro de nenhum deles. Assim, creio que ando perdendo meu tempo, e o pastor (sermonista) o dele. Ouço sermões que não levam a nada..."

A carta provocou grande celeuma na coluna Cartas ao Editor. Para deleite do Editor, as missivas chegavam aos montes, e isto era bom para o jornal. Até que um dia alguém escreveu com o seguinte argumento, "... Estou casado há trinta anos. Minha esposa já preparou 32.000 refeições para mim. Não me lembro sequer de um único tipo de cardápio que ela tenha preparado com tanta dedicação. Todavia, de uma coisa me lembro: a sua comida me tem fortalecido, me dá a energia necessária para continuar trabalhando, na luta pela existência. Sem o alimento da minha querida esposa, eu já teria ido para o cemitério... Em contrapartida, se eu não tivesse, ido a igreja todo esse tempo, não teria recebido um alimento nutritivo para a vida e, sem dúvida, hoje estaria morto espiritualmente... além de fisicamente desnutrido." Quando você está caindo para o nada... Deus está subindo para um tudo. Olhe para cima e veja, antes que seja tarde.

A fé enxerga o invisível; acredita no inacreditável; recebe o impossível... Graças te damos, Senhor, porque nos dás o alimento nutritivo para as nossas almas.

Encaminhado pelo irmão Oswaldo Profeta (extraído de um jornal local americano)

Deus nos abençoe.

Rev. Paulo Audebert Delage

domingo, 15 de outubro de 2006

ALIMENTANDO AS OVELHAS OU DIVERTINDO OS BODES?

ANO LXIV - Domingo, 15 de outubro de 2006 - No 3181

ALIMENTANDO AS OVELHAS OU DIVERTINDO OS BODES?

Existe um mal entre os que professam pertencer aos arraiais de Cristo, um mal tão grosseiro em sua imprudência, que a maioria dos que possuem pouca visão espiritual dificilmente deixará de perceber.

Durante as últimas décadas, esse mal tem se desenvolvido em proporções anormais.O diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista agradá-las e ganhá-las para Cristo. A igreja abandonou a pregação ousada e doutrinária, como a dos puritanos; em seguida, ela gradualmente amenizou seu testemunho; depois, passou a aceitar e justificar as frivolidades, e no passo seguinte, começou a tolerá-las em suas fronteiras; agora, a igreja as adotou sob o pretexto de agradar e ganhar as multidões.

Meu primeiro argumento contra tal tipo de prática é este: As Escrituras não afirmam, em nenhuma de suas passagens, que prover entretenimento para as pessoas é uma função da igreja. Se esta é uma obra cristã, por que o Senhor Jesus não falou sobre ela? "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Mc 16.15). Isso é bastante claro. Se Ele tivesse acrescentado: "E oferecei entretenimento para aqueles que não gostam do Evangelho", assim teria acontecido. No entanto, tais palavras não se encontram na Bíblia.

E mais: "Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres" (Ef 4.11). Onde aparecem nesse versículo os que providenciariam entretenimento? Os profetas foram perseguidos porque divertiam as pessoas ou porque recusavam-se a fazê-lo? Digo mais: Prover entretenimento está em direto antagonismo ao ensino e à vida de Cristo e de seus apóstolos. Qual era a atitude da igreja em relação ao mundo? "Vós sois o sal", não o "docinho", algo que o mundo desprezará.

Se Cristo houvesse introduzido mais elementos brilhantes e agradáveis em seu ministério, teria sido mais popular em seus resultados, porque seus ensinos eram perscrutadores. Não O vejo dizendo: "Pedro, vá atrás do povo e diga-lhe que teremos um culto diferente e agradável amanhã, algo atraente e breve, sem doutrina e com pouca pregação. Teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que com certeza realizaremos esse tipo de culto. Vá logo, Pedro, temos de ganhar as pessoas de alguma maneira!" Jesus teve compaixão dos pecadores, lamentou e chorou por eles, mas nunca procurou diverti-los!!

Os apóstolos não pararam de pregar a Cristo, por isso não tinham tempo para arranjar entretenimento para seus ouvintes. Eles "transtornaram o mundo". Essa é a única diferença! Senhor, limpe a igreja de todo o lixo, sermões que agradam e baboseira que o diabo impôs sobre ela e traga-nos de volta aos métodos dos antigos apóstolos.

Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os resultados desejados. Permitam que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados, sem base doutrinária, por um evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz através de um concerto musical.

A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministro do Evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da raiz.

Charles H. Spurgeon

domingo, 17 de setembro de 2006

A VIDA NO MESMO BARCO

ANO LXIV - Domingo, 17 de setembro de 2006 - No 3177

A VIDA NO MESMO BARCO

Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens.
1 Coríntios 10:13



Existe uma velha história sobre um tempo em que as pessoas do mundo se juntaram para reclamar dos seus problemas com Deus.

Cada uma reclamou que sua carga era injusta. Deus pediu-lhes então que colocassem os problemas na mesa, escolhessem o problema de outra pessoa e fossem para casa. Após escolher um problema cuidadosamente, cada pessoa pegou seu próprio problema de volta e voltou para casa com mais sabedoria do que tinha antes.

Essa história não tem o objetivo de mostrar que nenhum problema é maior que o outro. Mas ela nos lembra de que freqüentemente pensamos que a vida de outras pessoas é mais fácil do que a nossa.

Autopiedade tem um efeito corrosivo em nossos espíritos. Ela tira a nossa alegria, faz-nos questionar a justiça de Deus e colocar em jogo nossa obediência a Cristo. Sobre isso o apóstolo Paulo nos lembra de duas realidades.

A primeira, um fato: "Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens". Com freqüência pensamos que nossos problemas são únicos e nunca foram conhecidos antes. É mais fácil, no entanto, pensar que nossos problemas podem ser compartilhados com outros, ou já existem há anos.

A segunda, uma promessa: "Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar".

Pense: O Deus que sustentou outros nos sustentará. Essa é uma promessa na qual podemos confiar.

Ore: Gracioso Deus, temos a tendência de minimizar a dor dos outros e maximizar a nossa. Mantém-nos longe da auto piedade. Sustenta nossa confiança em ti. Em nome de Jesus. Amém.

Extraído de Cada Dia/Luz Para o Caminho (www.lpc.org.br/lpc2006)

domingo, 25 de junho de 2006

O DIVÓRCIO É HUMANO, O CASAMENTO É DIVINO

ANO LXIV - Domingo, 25 de junho de 2006 - No 3165

O Divórcio é humano, o casamento é divino
Texto Básico: Marcos 10.1-12

O divórcio é humano e o casamento é divino. O divórcio é fruto do pecado e o casamento é uma instituição divina. O divórcio gera sofrimento e o casamento produz a felicidade. O divórcio separa e o casamento ajunta. O divórcio repudia e o casamento acolhe. É por estas e outras razões que Deus odeia o repúdio. O profeta Malaquias escreve: Porque o SENHOR, Deus de Israel, diz que odeia o repúdio e também aquele que cobre de violência as suas vestes, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto, cuidai de vós mesmos e não sejais infiéis. (2.16). Jesus foi questionado pelos fariseus acerca do divórcio: E, aproximando-se alguns fariseus, o experimentaram, perguntando-lhe: É lícito ao marido repudiar sua mulher? (Mc 10.2). A resposta de Jesus resume o seu ensino sobre o divórcio e o casamento.

1. O divórcio não é um mandamento divino, mas uma concessão da lei mosaica: Moisés foi o autor de Gênesis e registrou a origem do casamento antes da queda. O que ele "mandou" foi o que Deus ordenou sobre o casamento em Gênesis 1.27,28; 2.24. Jesus como supremo intérprete da Escritura diz que Moisés não mandou divorciar por qualquer motivo, ele permitiu por um único motivo, a dureza de coração (10.4,5; Mt 19.8). O divórcio é uma praga social que gera infelicidade e sofrimento.

2. O divórcio não é obrigatório ou compulsório: O divórcio, embora legítimo no caso de infidelidade conjugal (Mt 19.9) ou abandono irremediável (1Co 7.15), não é compulsório nem obrigatório. A prática do perdão é melhor do que o divórcio. A restauração de um casamento por meio do perdão é melhor que o divórcio.

3. O divórcio sem justa causa pode conduzir os divorciados a prática do adultério: Jesus afirma de forma categórica contrariando a prática comum dos nossos dias: E ele lhes disse: Quem repudiar sua mulher e casar com outra comete adultério contra aquela. E, se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adultério. (Mc 10.11-12).

Aproveitando a pergunta, Jesus reafirma os princípios bíblico acerca do casamento.

4. O casamento é heterossexual: O casamento só é possível e permitido por Deus, por duas pessoas de sexo oposto. Deus criou a união heterossexual para cumprir o propósito de reprodução e felicidade da família. A relação homossexual jamais será um casamento. É uma prática abominável contrária a natureza humana e abominável (Lv 18.22-29).

5. O casamento é monogâmico: O modelo de casamento instituido por Deus é monogâmico, ou seja, entre um homem e uma mulher. Diz o texto bíblico: Por isso, deixará o homem a seu pai e mãe e unir-se-á a sua mulher. Deus não criou mais de uma mulher para Adão nem mais de um homem para Eva.

6. O casamento é uma união íntima e indissolúvel: A maior intimidade entre duas pessoas dá-se no casamento. Jesus diz: e, com sua mulher, serão os dois uma só carne (10.8). Trata-se de uma intimidade espiritual, emocional e física. Consuma-se esta união por meio do ato sexual. O sexo antes e fora do casamento é pecado (1 Ts 4.3-8). O sexo é bênção de Deus para os casados, com objetivos recreativos e procriativos.(Pv 5.15-19 e Gn 1.28).

Jesus declara que o casamento é uma união indissolúvel: Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. (Mc 10.9). Somente a morte põe fim a relação da união de um casal (Rm 7.2-3). Em síntese, o divórcio é humano e o casamento é divino.

Rev. Arival Dias Casimiro (extraído e adaptado do site da I.P.Pinheiros)

domingo, 18 de junho de 2006

DEUS É LUZ: SANTIDADE E JUSTIÇA DIVINAS

ANO LXIV - Domingo, 18 de junho de 2006 - No 3164

Deus é Luz: Santidade e Justiça Divinas
Lv 11.44

Quando as Escrituras dizem que Deus, ou uma das Pessoas da Divindade, é '"santo" (como fazem com freqüência: Lv 11.44-45; Js 24.19; 1Sm 2.2; Sl 99.9; Is 1.4), essa palavra significa tudo a respeito de Deus que o separa de nós e o torna objeto de admiração, de adoração e de temor para nós. Essa palavra cobre todos os aspectos da grandeza transcendente e da perfeição moral de Deus e é característica de todos os seus atributos, apontando para a Divindade de Deus em todos os aspectos. A essência dessa verdade, contudo, é a pureza de Deus, que não pode tolerar qualquer forma de pecado (Hc 1.13), e chama os pecadores a humilhar-se constantemente em sua presença (Is 6.5).

Justiça - que significa agir retamente em todas as circunstâncias - é uma expressão da santidade de Deus. Ele mostra a sua justiça como Legislador e Juiz e, também, como Cumpridor de promessas e Perdoador de pecado. Sua lei moral, que exige do homem comportamento semelhante ao seu, é "santa e justa e boa" (Rm 7.12). Ele julga com justiça, de acordo com o merecimento verdadeiro (Gn 18.25; Sl 7.11; 96.13; At 17.31). Sua ira, sua hostilidade judicial ativa contra o pecado é totalmente justa em suas manifestações (Rm 2.5-16), e seus julgamentos particulares (punições retributivas) são gloriosos e louváveis (Ap 16.5,7; 19.1-14). Quando Deus cumpre o compromisso envolvido na sua Aliança e age para salvar o seu povo, isso é um ato de sua justiça (Is 51.5-6; 56.1; 63.1; 1Jo 1.9). Quando Deus justifica os pecadores por meio da fé em Cristo, Ele o faz com base na sua justiça feita - a punição dos nossos pecados na pessoa de Cristo, o nosso substituto. A forma tomada por sua misericórdia justificadora mostra que ele é inteira e totalmente justo (Rm 3.25-26), e nossa justificação aparece como judicialmente justificada.

Quando João diz que Deus é "luz" e nele absolutamente não há trevas, a figura da luz afirma a pureza santa de Deus, o que torna impossível a comunhão entre ele e a impiedade obstinada e exige que a busca da santidade e da justiça seja uma preocupação central na vida do povo cristão (1Jo 1.5 - 2.1; 2Co 6.14 - 7.1; Hb 12.10-17). A convocação dos cristãos - na qualidade de regenerados e perdoados - para praticarem uma santidade que se assemelha à do próprio Deus e, desta forma, agradá-lo é constante no Novo Testamento, como, na verdade, foi também no Antigo Testamento (Dt 30.1-10; Ef 4.17 - 5.14; 1Pe 1.13-22).

Extraído da Bíblia de Genebra

domingo, 9 de abril de 2006

JESUS, OS FARISEUS E O LIVRE-ARBÍTRIO

ANO LXIII - Domingo, 09 de abril de 2006 - No 3154

JESUS, OS FARISEUS E O LIVRE-ARBÍTRIO

Para muitos, hoje em dia, é intrigante que Jesus coloque tal valor nos direitos soberanos da liberdade eletiva de Deus, a ponto de falar da maneira como o faz àqueles que O rejeitam. Ele fala de maneira a impedi-Ios de vangloriarem-se, como se pudessem anular os propósitos últimos de Deus. Em João 10.25-26, por exemplo, Jesus respondeu aos céticos que exigiam mais e mais provas: "Já vo-lo disse, e não credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai testificam a meu respeito. Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas". Pense nisto por um momento. Pense acerca do que significa e no fato que Jesus proferiu tais palavras a pessoas incrédulas.

Imagine-se como um fariseu ouvindo a mensagem de Jesus e dizendo a si mesmo: se Ele pensa que eu vou ser sugado para dentro desse movimento junto com coletores de impostos e pecadores, está louco. Eu tenho vontade própria e poder para determinar o meu próprio destino. Em seguida, imagine Jesus, sabendo o que se passa no seu coração e dizendo: "Você se vangloria em seu íntimo porque acha que tem o controle de sua própria vida. Você pensa que pode frustrar os planos máximos de meu ministério. Você imagina que os grandes propósitos de Deus na salvação são dependentes de sua vontade vacilante. Em verdade, em verdade eu lhe digo que a razão final pela qual você não crê é porque o Pai não o escolheu para estar entre as minhas ovelhas". Em outras palavras, Jesus está dizendo: "O orgulho final da incredulidade é destruído pela doutrina da eleição".

Aqueles a quem Deus escolheu, Ele também os deu ao Filho; e aqueles a quem Ele deu ao Filho, o Filho também os chamou; e para aqueles que foram chamados, Ele deu sua vida; e para esses Ele deu alegria eterna na presença de sua glória. Este é o prazer do Pai.

John Piper (Extraído da Revista Fé para hoje, n° 21)

domingo, 26 de março de 2006

ELEGENDO PRESBÍTEROS

ANO LXIII - Domingo, 26 de março de 2006 - No 3152

ELEGENDO PRESBÍTEROS

Firmada no ensino das Escrituras (vide I Tm 3.1-10, Tt 1.5-9, At 6.1-6), a Constituição da nossa Igreja em seu Artigo 55 assim se expressa: "O presbítero e o diácono devem ser assíduos e pontuais no cumprimento de seus deveres, irrepreensíveis na moral, sãos na fé, prudentes no agir, discretos no falar e exemplos de santidade na vida".

Eleger presbíteros é coisa muito séria. Nenhum sentimento carnal, mesmo do tipo "esse é dos nossos", deve nos levar a escolher fulano e não beltrano. Eleição entre os filhos de Deus requer oração, reflexão e submissão da nossa vontade à soberana vontade do Senhor. Por outro lado, fazer parte do ministério da Igreja é sentimento nobre e legítimo daqueles que no dia a dia (independentemente de cargos ou comissões) se mostram comprometidos com Cristo e sua Igreja. Ninguém deve ser eleito para se tornar ativo ou apenas para ocupar um cargo. A ele faz jus quem, sem o ter, já vem preocupado e ocupado com o crescimento e bem-estar da comunidade.

Neste domingo os irmãos elegerão 7 (sete) presbíteros. Oficiais que nos representarão a nível local e em concílios regionais e nacionais. Oficiais que, juntamente com os pastores, exercerão o governo e a disciplina, zelarão pela doutrina e testemunho, e se dedicarão ao ministério orando, visitando, instruindo e consolando. A missão é árdua e exige desprendimento. Por isso mesmo a eleição não deve ser um "favor" ou "homenagem", mas uma investidura em nome do Senhor Jesus.

Mais que um dever, será um privilégio manifestar pelo exercício do voto o nosso interesse na harmonia e expansão da nossa querida IPVM. Estamos orando há muito tempo em favor da eleição que se realiza hoje. Que o Senhor da Igreja revele, pois, através dos votos, os seus escolhidos.

Extraído das edições anteriores

domingo, 5 de março de 2006

CRISTO É SEU SENHOR?

ANO LXIII - Domingo, 05 de março de 2006 - No 3149

Cristo é seu Senhor?

Existem muitas pessoas que gostariam de ser salvas do inferno, mas que não querem ser salvas de sua vontade própria, que não querem ser salvas de seus próprios caminhos, de uma vida (ou de alguma forma) de mundanismo.

Deus, porém, não as salvará de conformidade com as condições que elas mesmas estabelecem. Para sermos salvos, precisamos nos submeter às condições de Deus. Escute agora estas condições: 'Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo os seus pensamentos; converta-se ao Senhor [pois se revoltou contra Ele em Adão], que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar' (Isaías 55.7). E Jesus Cristo disse: 'Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem [que seja contrário a Mim] não pode ser meu discípulo' (Lucas 14.33). É preciso que os homens sejam convertidos 'das trevas para a luz e da potestade de Satanás para Deus', antes que possam receber 'remissão de pecados e herança entre os não santificados' (Atos 26.18).

'Ora, como recebestes a Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nEle' (Colossenses 2.6). Esta é uma exortação dirigida a crentes, como se Paulo tivesse dito: 'Continuai como começastes'. Porém, como haviam eles 'começado' ? Recebendo a Cristo Jesus, o Senhor, rendendo-se a Ele, deixando de agradar a si mesmos. A autoridade de Cristo tornou-se reconhecida, os mandamentos dEle se transformaram em regra de suas vidas. O amor de Cristo os constrangia a uma obediência exultante e sem reservas. 'Deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor' (2 Coríntios 8.5). Caro leitor, você já fez isso? Já mesmo? Os detalhes de sua vida evidenciam isso? Aqueles com quem você mantém contato podem ver, agora, que você não está vivendo para si mesmo? (2 Coríntios 5.15).

A. W. Pink citado em Fé Para Hoje número 21 - 2004. pp 13 e 14. Editora Fiel (www.editorafiel.com.br)

TWITTER

ARQUIVO DE ARTIGOS E PUBLICAÇÕES DA IPVM

Este arquivo contém parte da memória da IGREJA PRESBITERIANA DE VILA MARIANA publicada ao longo de vários anos em capas de boletins, encartes e outros meios, aos poucos resgatados e acessível a todos através deste blog.

SUGESTÕES DO CANTINHO CULTURAL

  • LIVRO: GOTAS DE AMOR PARA A ALMA. AUTOR: Rev. Hernandes D. Lopes. ASSUNTO: mensagens diárias para edificar sua vida, consolar-lhe o coração, fortalecer-lhe a fé. Não são textos de autoajuda, mas falam do auxílio divino.
  • LIVRO: TOQUE O MUNDO POR MEIO DA ORAÇÃO. AUTOR: Wesley L. Duewel. EDITORA: Hagnos. ASSUNTO: este livro sugere planos passo a passo para elaborar listas de oração, organizar círculos de oração e retiros de oração para os cristãos que tem a incumbência de orar pela salvação e bênçãos das pessoas.
  • LIVRO: TODO FILHO PRECISA DE UMA MÃE QUE ORA. AUTORES: Janet K. Grant e Fem Nichols. EDITORA: Hagnos. ASSUNTO: Uma mãe que ora pode ter um impacto tremendo na vida de seus filhos, este livro mostra como envolver e apoiar sua família através da oração persistente e eficaz. Você aprenderá a perseverar em oração e a usar a Bíblia para guiá-la nesta tarefa.